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- Dudu, o menino da Ilha, levanta a Taça e escreve o primeiro capítulo de história gigante
Sub-12 do CRB Futsal conquista a Copa da Liga 2025 com talento deodorense em destaque Créditos: @pxfotografias O futsal alagoano ganhou mais um capítulo daqueles que fazem a gente respirar fundo e lembrar por que o esporte é tão encantador. Na Copa da Liga de Futsal 2025, disputada por equipes de todo o estado, quem roubou a cena foi um garoto de apenas 11 anos, nascido e criado na Ilha de Santa Rita, em Marechal Deodoro. Dudu, camisa leve, olhar confiante e bola colada no pé, ajudou o CRB Futsal Sub-12 a conquistar o título estadual — um marco para o clube, para a comunidade e para o próprio atleta. A campanha vencedora teve assinatura direta do técnico Arthur Lins, que trabalha com respaldo total do coordenador Dalton e, a partir de 2026, do clube principal. A nova fase de investimento no futsal regatiano já mostra resultado dentro de quadra: mais organização, mais intensidade e, principalmente, espaço para talentos como Dudu florescerem. O garoto não é só promessa — é entrega, personalidade e instinto competitivo em alta rotação. Ele joga como quem sabe que está abrindo portas para seu próprio futuro. E Marechal Deodoro vibrou junto. Porque quando um menino da Ilha levanta uma taça vestindo vermelho e branco, não é só o CRB que ganha. Ganha o bairro, ganha a cidade, ganha a memória afetiva do esporte local. É Dudu escrevendo sua história esportiva — e, de quebra, empilhando fatos que rendem orgulho ao jornalista que o acompanha de perto e ao Clube de Regatas Brasil. E se isso é só o começo? Então o futuro promete ser daqueles que arrepiam. É esperar para ver — porque o menino já entendeu que talento abre portas, mas coragem atravessa.
- Jornalista de Marechal Deodoro está credenciado para cobrir final da Libertadores no Peru
Fernando Antônio, do Sport News Radio, tem solicitação aprovada pela CONMEBOL para acompanhar Palmeiras x Flamengo em Lima Créditos: Guido Jr/FOTO Quando um jornalista esportivo sonha alto, a vida trata de colocar o campo, o estádio e a história na frente dele. Foi exatamente isso que aconteceu com Fernando Antônio, repórter alagoano de Marechal Deodoro, que teve sua solicitação de credenciamento aprovada pela CONMEBOL para cobrir a final da Libertadores 2025, no próximo dia 29 de novembro, em Lima, no Peru, entre Palmeiras e Flamengo. É a chance de estar no palco onde um clube brasileiro — seja o Verdão ou o Rubro-Negro — vai se tornar tetracampeão continental. Para Fernando, que saiu da travessa Sumaúma com a cabeça cheia de sonhos e o coração cheio de futebol, a aprovação representa um marco na sua trajetória. “Isso é surreal pra mim. Aquele garoto sonhador jamais imaginaria que poderia ser aprovado. Quero dar orgulho à minha família, aos meus colegas e à minha cidade”, disse o jornalista, misturando emoção e aquele senso de missão que move quem vive do esporte. Mas a caminhada não para no e-mail de aprovação. Agora, com a credencial garantida, o jornalista do Sport News Radio e da Rádio Mares do Sul 87.9 FM segue em busca de apoio para continuar desempenhando seu papel de levar visibilidade ao esporte local. A ida à final também abre portas para fortalecer o jornalismo deodorense, mostrar a força da primeira capital de Alagoas e inspirar atletas, jovens e futuros comunicadores. Quem desejar contribuir com esse projeto e ajudar Fernando Antônio a levar Marechal para o mundo pode entrar em contato pelo WhatsApp (82) 9 9431-5109 ou pelo Instagram @fernandoantonionews.
- Do Quitunde ao Sertão Sergipano: a batalha de “Gabigol” para virar profissional e manter vivo o sonho
Aos 21 anos, Eduardo Luiz dos Santos Simão — o “Gabigol” de São Luís do Quitunde — realizou o primeiro capítulo do sonho: jogar profissionalmente pela ABD, na terceira divisão de Sergipe. Um começo duro, mas cheio de significado num país onde milhões tentam e poucos conseguem. Créditos: Fernando Antônio/SPORTNEWSRADIO No futebol brasileiro, onde cada esquina revela um talento e cada talento enfrenta uma muralha para aparecer, a história de Eduardo Luiz dos Santos Simão ganha peso. Aos 21 anos, natural de São Luís do Quitunde, o jovem centroavante de 1,74m e 75 kg realizou um sonho que a maioria dos meninos do interior carrega no peito: vestir a camisa de um clube profissional. E ele fez isso longe de casa, defendendo a Associação Boquinhense de Desportos, a popular ABD, da cidade de Boquim, em Sergipe. A ABD disputa a terceira divisão sergipana — palco de campos esburacados, viagens longas e salários que nem sempre chegam no dia. Mas é também o território onde nascem as histórias brutas e verdadeiras do futebol de base brasileiro. Gabigol, como é chamado em Quitunde, entrou na relação em dois dos seis jogos da competição. Pode parecer pouco para quem olha de fora, mas, para quem conhece o funil do futebol no país, isso é gigante. Só quem vive o dia a dia sabe o peso de ter o nome numa súmula. Agora de férias, ele já sabe que 2026 é o próximo capítulo. Vai voltar para Sergipe, vai tentar cavar mais minutos, mais oportunidades, mais gols. A caminhada está só começando — e, como sempre foi no Brasil, começar é a parte mais difícil. Mas Gabigol já derrubou a porta que separa o sonho da realidade: virou atleta profissional. Num cenário onde milhões tentam e quase nenhum chega, isso já é vitória. Para São Luís do Quitunde, ele já é motivo de orgulho. Para ele mesmo, é só o primeiro passo. E para quem acompanha histórias de resistência no futebol, Gabigol é mais uma prova de que o talento sobrevive — mesmo quando o país insiste em dificultar.
- Alagoano 2026 ganha forma: FAF lança nova marca e inicia ciclo dos 99 anos do futebol em Alagoas
Evento no Jatiúca Hotel & Resort e reuniões do Conselho Arbitral abrem oficialmente a temporada 2026, selando o início de um ano histórico para o futebol alagoano. A Federação Alagoana de Futebol (FAF) prepara um início de temporada com cara de virada de página. Na próxima terça-feira (18), às 9h, no Jatiúca Hotel & Resort, em Maceió, acontece o lançamento oficial do Campeonato Alagoano Série A 2026, em parceria com o PSCOM. É o tipo de manhã que mexe com o imaginário de quem vive o futebol daqui: imprensa, parceiros e anunciantes reunidos para conhecer a nova marca que inaugura o ciclo dos 99 anos do futebol alagoano — quase um século de histórias, rivalidades e sonhos. Mas o jogo começa antes. Na segunda-feira (17), a bola rola nos bastidores. Os clubes se encontram na sede da FAF para o tradicional Conselho Arbitral: primeiro, às 16h, o arbitral do Alagoano Série A; logo depois, às 16h30, o da Copa Alagoas 2026. É nesse encontro, sempre franco e pé no chão, que se define o regulamento, a fórmula de disputa e os detalhes que moldam a temporada. Como destacou o presidente Felipe Feijó, é a hora em que todos colocam a mão na massa: “O Conselho Arbitral dá início ao ciclo de 99 anos do futebol alagoano. Estamos trabalhando para uma edição histórica”. O lançamento oficial do Alagoano 2026 é mais que um evento: é o pontapé simbólico que abre o calendário e reafirma o compromisso da FAF com clubes, atletas e torcedores. Uma temporada que chega com cheiro de novidade, peso de tradição e a expectativa de que o futebol alagoano siga crescendo — dentro e fora de campo.
- Ruan volta ao radar dos clubes brasileiros: meia-atacante ex-Maguary e Central vive grande fase no Joinville e entra na mira do CSA e de equipes do Sul e Sudeste
Com passagens por CRB, CSA, Maguary e Central, o meia-atacante Ruan reencontrou o bom futebol no Joinville, onde disputa a final da Copa Santa Catarina, sendo artilheiro do time. O desempenho chamou atenção de dirigentes do CSA e de clubes de Minas e Santa Catarina, que já fizeram sondagens oficiais. O futebol brasileiro é terreno fértil pra histórias de reviravolta — e Ruan é uma dessas. O meia-atacante, formado nas bases do CRB, com passagem pelo CSA, teve destaque na Série D defendendo o Central de Caruaru, onde somou gols, assistências e quase conquistou o acesso à Série C. Hoje, vestindo a camisa do Joinville, o jogador voltou a brilhar. Protagonista na campanha que levou o clube à final da Copa Santa Catarina, Ruan se tornou uma das principais engrenagens do time, com participações diretas em gols decisivos. Fontes ligadas ao atleta confirmaram ao jornalista Fernando Antônio do Sport News Radio que o bom momento já despertou o interesse de clubes de diferentes regiões do país. O CSA, inclusive, teria feito uma proposta formal. Times de Minas Gerais e de Santa Catarina também monitoram a situação do meia-atacante, que vive uma das melhores fases da carreira. Com 24 anos, Ruan combina velocidade e leitura de jogo, qualidades que chamaram a atenção desde os tempos de Galo e Azulão. O jogador evita comentar sobre o futuro, mas sabe que o mercado volta a olhar com atenção para o seu futebol — e, pelo que tem mostrado em campo, é questão de tempo até a volta aos holofotes nacionais.
- O início da dinastia de Jeonbuk na Coreia e o jogador alagoano que conquistou os dois primeiros títulos
Hoje o Jeonbuk Hyundai Motors FC soma 10 títulos da K-League e é potência na Ásia. Mas a base dessa história começa com Eninho, meia alagoano que liderou as conquistas de 2009 e 2011. Créditos: Jeonbuk Hyundai Motors FC/Divulgação O Jeonbuk Hyundai Motors FC é hoje um gigante consolidado do futebol asiático. São 10 títulos da K-League, identidade de time competitivo e presença constante entre os melhores clubes do continente. Porém, antes da fama, dos troféus e da camisa pesada, existiu uma fase de construção. E nessa fundação, o clube tinha um maestro vindo de Maceió: Eninho, camisa 8, cérebro do meio-campo, capitão e referência técnica. Entre 2009 e 2011, Eninho foi protagonista das duas primeiras conquistas nacionais do Jeonbuk. Ele organizava o jogo, definia ritmo, dialogava com o ataque e — quando a bola parava — decidia. Créditos: Jeonbuk Hyundai Motors FC/Divulgação Suas cobranças de falta e chutes de média distância viraram assinatura. Se havia espaço na entrada da área, o estádio prendia o ar. Era gol esperando autorização. Aqueles títulos não foram apenas troféus: foram o início de uma mentalidade vencedora. Se hoje o Jeonbuk levanta taças com naturalidade e é reconhecido como potência continental, é impossível contar essa história sem voltar ao começo. Antes do peso, houve construção. Antes da dinastia, houve liderança. E antes do gigante, houve um alagoano que colocou o clube no mapa. O legado de Eninho não está só na estatística. Está no estilo, na cultura, na identidade. Do sururu à Coreia: Alagoas marcou território no futebol asiático.
- CSA acelera a montagem do elenco para 2026: sete reforços com pré-contrato e a promessa de organização no trabalho
Técnico Itamar Schulle projeta um CSA mais competitivo. Reforços confirmados e discurso firme: identidade, método e paciência. Crédito: Allan Max/CSA O CSA começou cedo a construção do elenco para 2026 . Sem esperar a virada de calendário, o clube movimentou o mercado, assinou pré-contratos e já tem sete nomes confirmados para se apresentar em novembro, quando inicia os trabalhos da nova temporada no CT Gustavo Paiva. A ideia é clara: reduzir improvisos, aumentar a competitividade e dar ritmo ao projeto desde o primeiro dia. A lista começa no gol, com Wellerson (27, ex-Náutico) e Arthur Silveira (23, ex-Inter de Limeira-SP). Na defesa, chegam Lucas Serafini (25, lateral-direito, ex-Cascavel-PR) e Lucão (29, zagueiro, ex-Anápolis-GO). No ataque, um nome rodado de Série C e D: Buba (32, ex-Aparecidense-GO). No meio, um primeiro homem que pode dar sustentação ao setor: Kayllan (24, ex-Penedense). E a atualização não para por aí. Durante a coletiva dessa semana, o Executivo de Futebol Carlos Bonatelli confirmou mais um reforço: Kaike , lateral-esquerdo, 30 anos, vindo do Tombense-MG. Sete reforços ao todo, todos com pré-contrato, todos aguardando avaliações médicas e físicas para assinatura definitiva. A montagem segue uma lógica: perfil competitivo, idade média equilibrada, experiência no cenário nacional e custo viável. Não há estrela imediata, mas há uma estratégia que tenta fugir do ciclo dos últimos anos: remontagem tardia, troca constante e elenco sem identidade. A palavra do treinador Na coletiva, o técnico Itamar Schulle respondeu à pergunta do jornalista esportivo Fernando Antônio, do Sport News Radio, sobre a identidade que pretende implementar e o que a torcida pode esperar de imediato. A resposta foi direta, quase cirúrgica: “Tudo é organização. Quando existe método, as coisas dão frutos. Vamos construir um time equilibrado, com padrão claro. Trabalhar no CSA é uma oportunidade muito boa, é um clube grande. Mas futebol não se inventa: se organiza, se repete e se fortalece.” O discurso é sem pirotecnia. Nem promessa vazia, nem slogan emocional. É trabalho. É insistência. É repetição. E isso pode agradar quem já cansou de projetos que nascem com discurso inflamado e morrem com três rodadas. Análise crítica O CSA acerta ao planejar antes da pré-temporada. É o mínimo? Sim. Mas trata-se de algo que o clube deixou de fazer nos últimos ciclos, onde a urgência atropelou o planejamento. Agora, a chave é coerência: Se vai ser um elenco mais modesto, que seja bem treinado . Se vai apostar em peças com rodagem de Série C e D, que seja para montar um sistema sólido , não uma colcha de retalhos. Paciência não combina com 0 a 0 sem ideia. A torcida precisa ver identidade desde o começo. Schulle sabe disso. O CSA tem luz e caminho. Mas execução será tudo.
- CRB chama a massa: casadinha, dois jogos no Rei Pelé e a conta do acesso na ponta do lápis
Operário (09/11, 18h30) e Vila Nova (15/11, 16h30) em Maceió: promoção especial de ingressos, estádio cheio e a missão de colar no G4. Crédito: Francisco Cedrim/CRB O CRB entrou no modo reta final. Sem novela, sem desculpa. Dois jogos seguidos em casa, Operário primeiro e, na sequência, o Vila Nova. A diretoria fez a parte dela: lançou casadinha de ingressos até sábado (08/11), às 12h . Agora é a vez da arquibancada virar pulmão. É decisão. No campo, a matemática é direta: com 52 pontos , o Galo está a 4 do G4 . Duas vitórias no Rei Pelé colocam o CRB em 58 e aumentam a pressão lá em cima. O acesso não depende só do CRB, verdade, mas depende muito do que for construído nessas 180 minutos em casa. Ponto fora da curva? Só com estádio cheio, time intenso e zero dispersão. O que o CRB precisa Vencer Operário e Vila Nova para chegar a 58. Secar concorrentes diretos : qualquer tropeço deles abre a porta do G4. Manter saldo e concentração : reta final costuma ser decidida em detalhe de bola parada e segunda bola. O Rei Pelé costuma pesar quando a torcida vem junto. O time oscilou durante o campeonato, mas a reta final cobra jogo grande em noite grande. É a hora de transformar apoio em ponto, pressão em performance. Se o CRB fizer o básico com energia e coragem, a tabela conversa. A ideia é simples: “Avermelhar o Trapichão”. R$ 20: acesso aos dois jogos na Arquibancada Baixa. R$ 30: acesso aos dois jogos na Geral Alta (GA) ou Alta Curva. Promoção válida até sábado (08/11), às 12h. Depois disso, segue tabela normal. Não tem mistério: quem quiser estar no jogo e empurrar, tem como. Essa é a hora de ocupar o Rei Pelé. Na tabela, a conta é direta: o CRB chegou a 52 pontos e está a 4 do G4. Se vencer Operário e Vila, vai a 58, colocando pressão pesada nos concorrentes. A reta final é de detalhe, de nervo, de coragem. Estádio cheio pesa. E pesa muito.
- O que representa cobrir uma final de Libertadores? O sonho e o desafio do jornalista esportivo
Fernando Antônio abre o coração sobre o credenciamento e o significado de estar em Lima. Crédito: Barbosa/FOTO Cobrir uma final de Libertadores não é apenas estar num estádio. É atravessar fronteiras com a alma carregada de fé, com o caderno nas mãos e o coração acelerado. É entender que cada linha escrita é um pedaço da história viva do continente. O jornalista esportivo que chega a uma decisão como essa carrega muito mais do que credenciais. Carrega o peso da caminhada — dos campos de terra batida, das transmissões de rádio feitas com improviso, da paixão que nasceu lá atrás, quando a bola ainda rolava na várzea. Estar em Lima é mais do que um sonho. É uma missão. É representar o jornalismo que ainda acredita que o microfone pode contar histórias humanas, que o repórter pode ser ponte entre a emoção e o torcedor. Não é fácil. Há o custo, o tempo, a incerteza do credenciamento. Mas há também a chama que nunca apaga: a vontade de estar lá, ver com os próprios olhos e sentir que o trabalho vale a pena. O Sport News Radio nasceu pequeno, mas nasceu verdadeiro. E verdade é o que mais falta em tempos de manchetes fabricadas. Por isso, cobrir a final da Libertadores é mais do que uma meta — é a consagração de uma trajetória que começou na beira de um campo, com o sol de Marechal Deodoro refletindo nos sonhos de um jornalista que sempre acreditou que o futebol podia ser poesia.
- Palmeiras e Flamengo: os tambores da final da Libertadores já ecoam em Lima
O jornalista esportivo Fernando Antônio esquenta os bastidores da grande decisão. Foto: 320-ROC/Flickr Os tambores da América soam forte. Lima desperta com o cheiro de futebol no ar, e a cidade vira o epicentro da paixão continental. Palmeiras e Flamengo, dois gigantes de camisa pesada, se encaram como velhos conhecidos que têm contas a ajustar. E o Sport News Radio embarca nesse clima quente. O Palmeiras chega com a serenidade de quem aprendeu a jogar finais como quem respira. Abel Ferreira mantém o elenco com confiança e disciplina tática; o Verdão sabe sofrer e sabe decidir. Já o Flamengo traz uma constelação em campo — Rossi milagroso, Arrascaeta em fase iluminada e Filipe Luís dando aula de comando. É talento com tempero de sangue uruguaio e alma carioca. Lá no Monumental “U”, o peruano já escolheu o lado: quer espetáculo. A cidade respira esse encontro como quem espera uma ópera — um duelo entre razão e improviso, entre o pragmatismo palmeirense e o instinto rubro-negro. E no meio disso tudo, há esse jornalista esportivo Fernando Antônio que sonha com o credenciamento, com o crachá no peito e o coração batendo no ritmo da arquibancada. A Libertadores é mais que um torneio. É o último reduto da emoção crua, da mística que faz o futebol sul-americano ser diferente. E o Sport News Radio acompanha essa mesma batida.
- Flamengo e Palmeiras fazem final brasileira da Libertadores em Lima
E talvez, o Sport News Radio vai contar cada detalhe da decisão continental direto do Estádio Monumental. Foto: Gilvan de Souza, Adriano Fontes e Mariana Sá/FLAMENGO Está decidido: a final da CONMEBOL Libertadores 2025 será 100% brasileira. Flamengo e Palmeiras voltam a se enfrentar numa decisão continental, dessa vez em Lima, no lendário Estádio Monumental “U”. Um clássico moderno do futebol sul-americano, com cheiro de revanche, peso de tradição e clima de guerra esportiva. O Rubro-Negro chega embalado por uma campanha sólida sob o comando de Filipe Luís, com Rossi fechando o gol e Arrascaeta regendo o meio-campo como maestro de ópera no gramado. Do outro lado, o Verdão de Abel Ferreira mostra novamente sua força coletiva e frieza tática. Dois gigantes, duas filosofias, o mesmo objetivo: a glória eterna. O Estádio Monumental, em Lima, vai respirar futebol no dia 29 de novembro . São esperados mais de 70 mil torcedores, um mar rubro e verde transformando a capital peruana em território brasileiro. A depender da aprovação no credenciamento, o Sport News Radio estará lá, acompanhando cada bastidor, coletiva e jogo, levando ao público o clima, as emoções e as histórias que cercam a grande decisão. A cobertura especial inclui, matérias exclusivas e bastidores de Lima. Afinal, o microfone da Rádio Mares do Sul 87.9 FM e o portal Sport News Radio – O site do ESPORTE já estão prontos para viver mais um capítulo histórico do futebol brasileiro na América do Sul. Flamengo e Palmeiras já se enfrentaram em grandes batalhas recentes, mas nenhuma promete tanto quanto esta. É a força do elenco rubro-negro contra a disciplina tática alviverde. É talento versus método. É o futebol brasileiro reinando novamente no continente. Independentemente do resultado, o que se sabe é que o título da Libertadores 2025 vai falar português com sotaque brasileiro e emoção monumental .
- Flamengo resiste no El Cilindro, joga na raça e garante vaga para a final da Libertadores em Lima
Com muralha Rossi inspirado, comando de Filipe Luís e um elenco que joga como seleção, Rubro-Negro segura o Racing e mantém viva a chama da América. Crédito: Adriano Fontes/FLAMENGO O Flamengo escreveu mais um capítulo épico de sua história na Libertadores. O empate em 0 a 0 com o Racing, na noite desta quarta-feira (29), em Avellaneda, bastou para confirmar a classificação à grande final em Lima. A vitória por 1 a 0 no Maracanã, com o gol solitário de Carrascal, foi o passaporte carimbado rumo ao sonho rubro-negro. Rossi foi o nome da noite. O goleiro argentino, em jornada de gala, fechou o gol com defesas que beiraram o sobrenatural e calaram o El Cilindro. À beira do campo, Filipe Luís mostrou a maturidade de quem entende o DNA do clube: um time técnico, equilibrado e imponente, que joga com alma e inteligência. Agora, o Flamengo leva à capital peruana uma legião de apaixonados e a esperança de mais uma taça continental. Lima será o palco da próxima sinfonia em vermelho e preto — onde a Nação sonha, mais uma vez, em ver o céu da América pintado de rubro.












