Resultados de busca
520 resultados encontrados com uma busca vazia
- Flamengo de 1981 x Flamengo de 2025: PVC opina e coloca o histórico em perspectiva
Antes de comentar o futebol do Flamengo atual, a gente tem de ir na contramão, porque a busca pela excelência vem da história, da tradição e das relíquias que tem origem no passado Por Fernando Antônio para Sport News Radio Créditos: Gilvan de Souza e Adriano Fontes/FLAMENGO Sem firula, sem empate técnico e sem “depende”: o jornalista Fernando Antônio foi direto na comparação — e ouviu o que muita gente suspeita, mas poucos bancam. Para Paulo Vinícius Coelho, o veredito é claro: o Flamengo de 1981 é melhor que o Flamengo atual. A resposta veio seca, daquelas que dispensam VAR. E não foi por saudosismo barato — foi por contexto histórico e construção. PVC já havia explicado o porquê: o time de 81 não foi montado, foi lapidado. Nasceu em 1977, cresceu na dor de uma derrota para o Vasco e virou máquina ao longo dos anos. Ganhou corpo, casca e identidade. Não era só talento — era entendimento coletivo. Ali tinha uma espinha dorsal que jogava junto “de olhos fechados”: Raul, Leandro, Marinho, Mozer, Júnior, Andrade, Adílio, Zico ou Peu, Tita, Baroninho e Nunes. Um time que pressionava quando ninguém pressionava, que rodava o jogo com inteligência e que, principalmente, sabia exatamente o que fazia em campo. E o Flamengo de hoje? “SELEFLA” traduz o momento de um Clube de Regatas do Flamengo que joga como seleção: Rossi no gol; Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alexsandro na linha defensiva; Pulgar, Jorginho ou De La Cruz e Arrascaeta comandando o meio; e, na frente, Bruno Henrique; Luiz Araújo, Everton Cebolinha, Carrascal ou Plata e Pedro formando um ataque que desequilibra. É um time que alia repertório tático, intensidade e decisão — a cara de quem não negocia protagonismo. O lado bom é óbvio: talento em série e capacidade de resolver jogos grandes. O risco também: a régua sobe tanto que qualquer tropeço vira cobrança pesada. No fim das contas, a “SELEFLA” não promete espetáculo — ela entrega. É forte, milionário, competitivo. Mas vive de ciclos curtos. Troca comando, muda ideia, reinventa rota toda hora. Na lata: 1981: construção, continuidade, identidade e revolução tática Atual: elenco estrelado, intensidade e poder financeiro O ponto decisivo? Tempo e legado. O Flamengo de 81 não só venceu — marcou época. O atual ainda busca isso. No fim, PVC só verbalizou o que o futebol raiz respeita: nem sempre o mais caro é o melhor. Às vezes, o melhor é o que fez história primeiro — e fez direito.
- Jiu-jitsu transforma a rotina, inclui com propósito e revela potência além do diagnóstico em projeto social
Conheça a história de Talyson: atleta com Transtorno do Espectro Autista (TEA) encontra no jiu-jitsu disciplina, inclusão e desenvolvimento em projeto social em Marechal Deodoro. Por Fernando Antônio para Sport News Radio - O site do ESPORTE Créditos: Claudemir Silva/@mirosilvabr O primeiro impacto não foi o som. Foi o silêncio. Em meio ao atrito dos quimonos, às instruções do professor e ao compasso firme dos pés no tatame, havia um garoto concentrado como poucos. Olhar fixo, movimentos precisos, postura de quem encontrou no jiu-jitsu mais do que um esporte: encontrou um caminho. Um caminho que não nasce por acaso. É construído. Assim conheci Talyson, atleta com Transtorno do Espectro Autista (TEA), integrante da equipe Guerreiros de Hebrom, projeto comandado por Robson Xavier e chancelado por Marx Engels. Mais do que uma equipe, a iniciativa funciona como uma engrenagem de transformação social em Marechal Deodoro, onde o acesso ao esporte ainda enfrenta barreiras estruturais. A reportagem foi até o treino não apenas para registrar, mas para entender — de perto — como organização, metodologia e propósito conseguem preencher lacunas que muitas vezes ficam à margem das políticas públicas. Créditos: Fernando Antônio/@fernandoantonionews Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), uma em cada 100 crianças no mundo está dentro do espectro autista. No Brasil, embora os dados ainda sejam subnotificados, a realidade é clara: o acesso a atividades estruturadas, como o esporte, ainda é limitado para essa parcela da população. É nesse vazio que projetos como o Guerreiros de Hebrom entram em cena. No chão azul do tatame, não há espaço para rótulos. Há foco. Há disciplina. Há método. Treinos regulares, repetição técnica e acompanhamento próximo transformam o ambiente em algo maior do que uma simples aula. É um espaço de desenvolvimento cognitivo, emocional e social. Para Talyson, o jiu-jitsu vai além da luta. É linguagem, é organização mental, é terapia em movimento. É inclusão aplicada — daquelas que não dependem de campanha, mas de continuidade. E os efeitos aparecem. De acordo com especialistas em desenvolvimento infantil, atividades esportivas estruturadas contribuem diretamente para: melhora da coordenação motora aumento da concentração melhora da interação social redução da ansiedade No caso de Talyson, esses avanços não são números em relatório. São visíveis no comportamento, na postura e na confiança construída a cada treino. “Antes, ele tinha dificuldade de concentração e interação. Hoje, a gente vê mais segurança, mais presença. O jiu-jitsu mudou a rotina dele dentro e fora de casa”, relata Abgail Alves, amiga de Talyson. O autismo, tantas vezes limitado a uma leitura clínica, ali revela outra face: a potência. A capacidade de concentração, a precisão dos movimentos e a atenção aos detalhes — características vistas como desafio — no tatame se transformam em diferencial competitivo. No jiu-jitsu, cada detalhe conta. Cada gesto tem peso. Cada segundo exige presença. E Talyson está inteiro em todos eles. Mas nenhuma transformação acontece sozinha. Por trás do desenvolvimento está a condução técnica e humana de um projeto que entende o esporte como ferramenta de impacto. A liderança, a metodologia e o ambiente seguro fazem a diferença entre apenas ocupar tempo e, de fato, construir futuro. Projetos como o Guerreiros de Hebrom mostram, na prática, como o esporte pode ser estruturado como solução social. Com organização, liderança e propósito, iniciativas locais ocupam espaços onde muitas vezes faltam políticas públicas, criando impacto direto na vida de quem mais precisa. Atualmente, o projeto atende centenas de crianças e jovens da região da Massagueira em Marechal Deodoro, muitos em situação de vulnerabilidade social, utilizando o esporte como ferramenta de inclusão, desenvolvimento e perspectiva de futuro. Créditos: Fernando Antônio/@fernandoantonionews Como jornalista esportivo, acostumado a cobrir talentos e promessas, é raro encontrar uma história que transcenda o desempenho. Aqui, não se trata apenas de um atleta em evolução, mas de um retrato claro de como iniciativas locais, bem estruturadas, conseguem gerar impacto onde muitas vezes o sistema não alcança. Porque no fim, o que está em jogo não é só uma luta. É pertencimento. É dignidade. É acesso. É oportunidade. Algumas lutas começam no apito. Outras começam no preconceito. Talyson, em silêncio, está vencendo ambas. Beijo, abraço, saúde, fique com Deus e até a próxima…
- Harrysson aparece bem e Clube Vital larga na frente no Paulista Sub-17
O futebol de base tem dessas: quem chega pronto, não pede licença. Foi assim com Harrysson. Na estreia pelo Campeonato Paulista Sub-17, o jovem mostrou personalidade, participou bem do jogo e ajudou o Clube Vital de Ibiúna a vencer o Real Soccer por 2 a 0, no Grupo 10 — uma chave que ainda conta com São Paulo e São Bento. Não é qualquer vitrine. Por Fernando Antônio para Sport News Radio - O site do ESPORTE Créditos: Camargo/@camargo_fotografo Sem firula, com bola no pé e leitura de jogo acima da média, Harrysson entrou ligado desde o primeiro minuto. Em campo, foi daqueles que não se esconde: apareceu para o jogo, pressionou, recompôs e deu ritmo. O tipo de estreia que treinador gosta e adversário respeita. O Clube Vital fez um jogo seguro. Defensivamente organizado, soube sofrer quando precisou e, na frente, foi letal. Dois gols, controle emocional e três pontos na conta. Em competição curta, largar assim é meio caminho andado — ainda mais em um grupo pesado. Olho no futuro, pé no presente Harrysson não resolveu sozinho — e nem precisa. Mas deixou claro que pode ser peça útil na engrenagem. No futebol de base, consistência vale ouro. E ele já mostrou o primeiro capítulo: entrega, intensidade e coragem para jogar. Há prós e contras, como manda o jogo. Ponto positivo: personalidade e participação ativa na estreia. Ponto de atenção: manter o nível diante de adversários mais tradicionais do grupo, como São Paulo e São Bento. É outro tipo de pressão, outro tipo de jogo. No fim das contas, o recado está dado: o garoto chegou. E quando a base fala alto, o futuro escuta.
- Marcela Santos representa a força feminina que nasce no tatame e inspira Marechal Deodoro
Jovem campeã do projeto social Guerreiros de Hebrom transforma disciplina em vitória e vira símbolo de superação no jiu-jítsu alagoano Por Fernando Antônio para Sport News Radio - O site do ESPORTE Créditos: Fernando Antônio/Sport News Radio Tem talento que grita. Tem história que bate forte. E no tatame, não tem maquiagem: ou você entrega tudo, ou fica pra trás. Marcela Santos entendeu isso cedo — e hoje colhe no braço, na mente e na alma o resultado de quem decidiu não recuar. A jovem lutadora de jiu-jítsu, formada no projeto social Guerreiros de Hebrom, é mais do que uma campeã. É um retrato fiel da nova geração de mulheres de Marechal Deodoro: firmes, disciplinadas e com fome de vitória. Não foi sorte. Foi construção. Entre treinos intensos, quedas inevitáveis e recomeços silenciosos, Marcela lapidou o que o esporte tem de mais raiz: respeito, foco e resiliência. No jiu-jítsu — essa arte suave que de suave não tem nada — ela encontrou um caminho. E mais que isso: encontrou voz. “Cada luta é contra mim mesma”, resume o espírito competitivo que a move. E não é discurso pronto. É vivência. Do projeto social ao pódio: quando oportunidade encontra coragem O projeto Guerreiros de Hebrom vem fazendo o que muita estrutura grande ainda promete: transformar vidas. Em meio às dificuldades que cercam a realidade de muitos jovens, o tatame virou escola, refúgio e trampolim. Marcela aproveitou. Enquanto muita gente duvida, ela faz. Enquanto muitos desistem, ela insiste. E foi assim que saiu da base para se tornar campeã, carregando no peito não só medalhas, mas representatividade. Num cenário onde o esporte feminino ainda precisa gritar por espaço, ela não pede licença — ela ocupa. Mais do que medalhas: o peso da inspiração Em Marechal Deodoro, onde o futebol ainda reina absoluto nas conversas de esquina, histórias como a de Marcela chegam para ampliar o horizonte. Mostrar que lugar de mulher é onde ela quiser — inclusive no tatame, competindo, vencendo e sendo protagonista. Ela inspira porque é real. Não vem de estrutura milionária. Não tem glamour. Tem suor, disciplina e uma mentalidade que muita gente experiente ainda busca. E aqui vai o ponto: o jiu-jítsu ensina a cair e levantar. A vida também. Marcela entendeu os dois. O futuro já começou O caminho ainda é longo. O esporte cobra. O alto rendimento não perdoa. Mas uma coisa é certa: Marcela Santos já deixou de ser promessa. É presente. E dos bons. Se vai chegar ao cenário nacional ou internacional? Possível. Tem base, tem cabeça e tem lastro. Mas independente do destino, ela já venceu uma das batalhas mais difíceis: acreditar. No fim das contas, o recado é simples — e direto, como um golpe bem encaixado: quando uma mulher decide lutar, não é só por medalha. É por espaço, respeito e história. E Marcela Santos está escrevendo a dela.
- Vitório Santos, o VS, vence batalha contra lesão no joelho e já desperta interesse no mercado
Após cirurgia e longa recuperação, jogador projeta retorno aos gramados e revela sondagens de clubes do cenário nacional Por Fernando Antônio para Sport News Radio - O site do ESPORTE Créditos: Fernando Antônio/Sport News Radio Tem jogador que some depois da lesão. E tem jogador que responde com atitude. Vitório Santos, o VS, escolheu o segundo caminho. O atleta viveu um dos momentos mais delicados da carreira ao sofrer uma grave lesão no joelho — daquelas que gelam qualquer vestiário. Mas, na lata: não se entregou. Passou por cirurgia, encarou o processo de recuperação e agora já enxerga a linha de chegada. “Graças a Deus deu tudo certo. Consegui fazer a cirurgia, e agora é focar nesses meses de preparação. Logo, logo estou de volta”, resumiu o jogador, com a serenidade de quem já entendeu o jogo fora das quatro linhas. A previsão é clara: cerca de seis meses de recuperação até o retorno completo. Um período que, no futebol moderno, exige mais do que físico — pede cabeça no lugar e disciplina quase militar. E é aí que VS começa a se destacar. Mesmo ainda em fase de recondicionamento, o jogador já voltou ao radar do mercado. Segundo ele, propostas e sondagens não faltaram. Clubes ligados ao Campeonato Carioca e ao Campeonato Amazonense já demonstraram interesse, além de outras consultas que seguem sendo avaliadas nos bastidores. Nada de oba-oba. O momento é de estratégia. VS sabe que o retorno precisa ser no tempo certo — nem antes, nem depois. Porque no futebol, apressar recuperação é pedir para voltar à estaca zero. E isso ele não quer. Cabeça fria, futuro quente A trajetória de Vitório Santos carrega aquele roteiro clássico que o futebol respeita: queda dura, recuperação silenciosa e volta com fome de jogo. Existe um ponto positivo claro: o mercado continua olhando. Isso, no mundo da bola, já diz muito. Por outro lado, há o desafio inevitável — recuperar ritmo, confiança e competitividade após meses parado. Não é automático. Nunca foi. Mas se tem algo que o futebol sempre premiou, desde os campos de terra até os grandes estádios, é o jogador resiliente. E VS parece ter entendido o recado.
- Juninho no campo, Ednaldo no BID: a volta por cima de quem recusou o rótulo de promessa perdida
Da base badalada à cirurgia no joelho, meia alagoano renasce no futebol e mira nova chance no cenário profissional Por Fernando Antônio para Sport News Radio - O site do ESPORTE Créditos: Léo Binhara/Prudentópolis Tem história que não pede licença — ela entra rasgando, como carrinho bem dado na dividida. A de Ednaldo Leandro dos Santos Júnior, o “Juninho” da resenha e Ednaldo no BID, é dessas. Sem glamour, sem tapinha nas costas. É suor, pausa forçada e recomeço. “Fala, Fernando, beleza? Sobre a nossa trajetória no futebol… a gente começou muito bem na base”, diz o jogador, com a sinceridade de quem viveu o jogo longe dos holofotes. E começou mesmo. Base forte e portas abertas Juninho não foi só mais um. Na base, o futebol dele fez barulho — e dos bons. Despertou interesse de clubes grandes e acumulou experiências que moldam qualquer atleta. Passagens por Atlético Mineiro, América Mineiro e Ceará não aparecem por acaso. É lastro. É currículo. Foram dois anos no Galo, depois sequência no Vila Nova, sempre com desempenho consistente. Nada de estrela vazia: entrega dentro de campo. CRB, sequência e o golpe mais duro O destino levou Juninho ao CRB, onde teve duas passagens. Atuou no sub-20, buscou espaço, seguiu o roteiro clássico de quem quer subir degrau por degrau. Mas o futebol também cobra. Veio a lesão no joelho — ligamento cruzado anterior (LCA). E não foi em qualquer momento. Foi em plena pandemia. Aqui, meu amigo, o jogo muda. Cirurgia difícil de marcar, recuperação lenta, cabeça a mil. O corpo para, a dúvida acelera. “Foi muito difícil… machuquei o joelho em tempo de pandemia”, relembra. A pausa que testa qualquer carreira Três anos. Esse foi o tempo entre o problema e a cirurgia. No futebol moderno, isso é quase uma eternidade. É aqui que muita carreira acaba antes mesmo de começar. E vamos ser justos: o sistema não costuma esperar. Prós da base forte: Formação técnica sólida Visibilidade nacional Portas abertas no início Contras da lesão longa: Perda de ritmo Esquecimento no mercado Impacto psicológico pesado Juninho sentiu tudo isso na pele. O retorno: da várzea à nova chance Sem clube, sem sequência, ele fez o que muitos evitam, mas poucos admitem: voltou à várzea. E aqui vai uma verdade nua e crua: o futebol raiz ainda salva carreiras. Foi nesse ambiente, longe do marketing e perto da essência, que ele reconstruiu o corpo e a confiança. Com apoio fundamental do Ultra Galeguinho e de pessoas próximas — “um pilar na minha vida”, como ele define — o meia começou a reescrever a própria história. Paraná no horizonte e o recomeço profissional A insistência abriu caminho. Juninho voltou ao cenário profissional com uma oportunidade no estado do Paraná, integrando um projeto que aposta em recomeços — e isso diz muito sobre o futebol fora do eixo. Ali, ele tenta recuperar o tempo perdido e mostrar que ainda há lenha pra queimar. “Agora é trabalhar firme… tem muita coisa boa pra acontecer”, afirma. Visão de jogo: promessa ou persistência? O futebol brasileiro sempre vive esse dilema: Vale mais o talento precoce? Ou a capacidade de resistir quando tudo desanda? Juninho talvez não tenha seguido o roteiro idealizado. Mas construiu algo mais raro: resiliência competitiva. E isso, no futebol de hoje, vale ouro. Conclusão: a bola ainda vai rolar A história de Ednaldo, o Juninho, não é sobre auge — é sobre sobrevivência no esporte mais impiedoso do país.
- Ana Lays Félix pede passagem e merece o olhar da Seleção Brasileira Feminina Sub-20
Jovem promessa mostra serviço dentro de campo e surge como nome viável para reforçar o futuro da Seleção Brasileira Feminina na Copa do Mundo Feminina 2027 no Brasil Por Fernando Antônio para Sport News Radio - O site do ESPORTE Créditos: Fernando Antônio/Sport News Radio Tem coisa que o futebol não consegue esconder: talento. E quando ele aparece com consistência, personalidade e fome de jogo, não dá mais pra ignorar. É exatamente esse o caso de Ana Lays Félix. A jovem atleta alagoana vem empilhando boas atuações, chamando responsabilidade e mostrando maturidade além da idade. Não é só promessa — já é realidade em construção. E olhando para o horizonte da próxima Copa do Mundo Feminina Sub-20 da FIFA, deixar Ana Lays fora do radar seria, no mínimo, um desperdício técnico. FUTEBOL É MOMENTO — E ELA VIVE O DELA Convocação não pode ser só currículo. Tem que ser fase. E Ana Lays vive uma fase que grita por oportunidade. Tem intensidade, leitura de jogo e uma entrega que lembra aquelas jogadoras que vestem a amarelinha com sangue nos olhos — como manda a tradição. Num cenário onde a base da Confederação Brasileira de Futebol busca renovação e competitividade internacional, apostar em nomes que estão performando agora não é ousadia — é inteligência. O QUE JOGA A FAVOR * Regularidade em campo * Perfil competitivo * Evolução técnica visível * Mentalidade forte O QUE AINDA PESA CONTRA * Falta de vitrine nacional mais ampla * Concorrência pesada em algumas posições * Necessidade de maior exposição em competições de alto nível Nada disso, porém, supera o principal: ela resolve dentro das quatro linhas. VISÃO DE FUTURO: NÃO É APOSTA, É INVESTIMENTO A base da seleção não pode ser um clube fechado. Precisa ser um organismo vivo, atento ao que acontece fora do eixo tradicional. E é aí que mora o ponto: Ana Lays representa o futebol que nasce longe dos holofotes, mas que pede palco. Se a comissão técnica da Seleção Brasileira Feminina de Futebol quer chegar forte na próxima Copa Sub-20, precisa começar agora. E começar com quem está pronto pra brigar. NA LATA Ana Lays Félix não pede favor. Pede oportunidade. E, no futebol, oportunidade para quem joga bola nunca deveria ser discussão — deveria ser regra.
- Empresário Leandro Henrique acelera carreiras e transforma promessas em realidade
Com faro de mercado, atuação internacional e olho clínico na base, agente alagoano vira peça-chave na engrenagem do novo futebol brasileiro Por Fernando Antônio para Sport News Radio - O site do ESPORTE Créditos: Fernando Antônio/Sport News Radio No futebol, talento sempre existiu. O que muda o jogo é quem enxerga antes dos outros. E é exatamente aí que entra Leandro Henrique (Chiquinho) — empresário alagoano que, mesmo com pouco tempo na estrada, já começa a escrever seu nome nos bastidores mais decisivos do esporte. Sem firula: ele está se destacando. Num mercado cada vez mais competitivo, Leandro construiu espaço com um diferencial claro — trabalho direto na base. Enquanto muitos olham para o topo, ele prefere o início da jornada. Garimpo puro. E, nesse garimpo, Alagoas virou seu celeiro. Do interior ao radar nacional A estratégia é simples, mas exige visão: identificar jovens talentos ainda crus, lapidar e conectar com grandes clubes do país. E ele já fez isso — mais de uma vez. O caso mais emblemático atende pelo nome de Benjamin. O garoto foi descoberto em um projeto local, a escolinha Furacão, em Maceió. Leandro viu ali algo diferente. Resultado? Levou o atleta para o Grêmio ainda com apenas 12 anos. Hoje, Benjamin colhe os frutos. Em evolução constante, já chama atenção e acumula convocações para a seleção brasileira de base. Não é acaso. É método. Rodagem internacional antes mesmo da consolidação Engana-se quem pensa que o trabalho se limita ao cenário local. Leandro já cruzou fronteiras. Em 2020, participou de uma operação internacional envolvendo um atleta do Londrina — um movimento ousado para quem ainda dava seus primeiros passos no mercado. E não parou por aí: outras negociações importantes vieram na sequência, consolidando seu nome como alguém que não tem medo de jogar grande. O segredo? Relacionamento e timing No futebol moderno, não basta descobrir talento. É preciso saber conduzir carreira. Leandro aposta em dois pilares: relacionamento e leitura de cenário. Ele constrói pontes — com clubes, famílias e atletas. E, principalmente, sabe o momento certo de agir. Esse equilíbrio permite algo fundamental: transformar promessa em contrato. E aqui está o ponto que separa amadores de profissionais — fazer o atleta assinar seu primeiro vínculo de forma estruturada, segura e com projeção real de crescimento. Prós e contras de um modelo que cresce Nem tudo é linha reta. O modelo de apostar na base tem seus riscos. Prós: Descoberta precoce de talentos antes da concorrência Maior margem de desenvolvimento do atleta Possibilidade de negociações mais estratégicas Contras: Alto nível de incerteza na formação Dependência de adaptação do jovem atleta Pressão precoce sobre jogadores ainda em evolução Mas Leandro parece confortável nesse terreno. E mais: está construindo sua reputação justamente nele. O recado é claro O futebol brasileiro sempre foi movido por talento. Agora, é movido também por inteligência de mercado. Leandro entendeu isso cedo. Entre campos de barro e grandes centros de treinamento, ele segue fazendo o que poucos conseguem: transformar oportunidade em carreira. E, se continuar nesse ritmo, o nome que hoje circula nos bastidores pode, muito em breve, virar referência nacional. Porque no fim das contas, no futebol como na vida, quem chega primeiro — leva.
- Romulo Facundo entra no radar do futebol e se coloca no mercado após campanha sólida e promissora
Treinador acumula resultados expressivos em curto prazo, recebe sondagens de outros estados e admite: “estou aberto a negociar” Por Fernando Antônio para Sport News Radio - O site do ESPORTE No futebol, resultado fala alto. E quando ele vem rápido, consistente e com identidade, o mercado escuta. É exatamente esse o momento vivido por Romulo Facundo. O treinador, que vem construindo uma trajetória firme nas categorias de base, confirmou ao Sport News Radio – O site do ESPORTE que está oficialmente aberto a novas propostas. Sem rodeios, direto ao ponto: Romulo está no jogo. “Estamos no mercado. Já recebemos propostas de outros clubes, inclusive de fora do estado. Ainda não houve acerto, mas estamos abertos a negociar”, afirmou. Créditos: Allan Max/Inter Arábia A fala carrega o peso de quem tem currículo recente para sustentar o discurso. À frente do Inter Arábia, o treinador participou de três competições relevantes e deixou sua marca. Em um cenário competitivo, com presença de equipes ligadas a grandes grupos esportivos, o time conquistou um respeitável terceiro lugar. Na sequência, veio a disputa da Copa Recife — torneio tradicional e de nível elevado. Mais uma vez, o desempenho chamou atenção. O time de Romulo terminou em terceiro, ficando atrás apenas do atual bicampeão, o Sport Recife. Detalhe que não passa batido: o projeto tinha apenas seis meses de existência. Pouco tempo, muito resultado. E o auge veio logo depois. No Campeonato Zona da Mata, a equipe foi campeã invicta. Campanha cirúrgica: apenas um gol sofrido — e ainda por infelicidade, contra. Defesa sólida, organização tática e um grupo que comprou a ideia do treinador. “Fiquei muito feliz. Em seis meses, os meninos mostraram tudo o que sabem. É gratificante ver a evolução e a entrega deles”, destacou. Romulo também fez questão de reconhecer os bastidores. Agradeceu à diretoria do Inter Arábia e ao presidente do clube, responsável pelo convite que deu início ao projeto. Missão dada, missão cumprida — com entrega máxima. Agora, o cenário é outro. O telefone tocou. Propostas chegaram, inclusive de Mato Grosso do Sul. Ainda não houve desfecho, mas o nome de Romulo começa a circular com mais força no mercado da base — um território onde resultados rápidos e formação de atletas valem ouro. Créditos: Allan Max/Inter Arábia ANÁLISE – PRÓS E DESAFIOS Romulo carrega pontos fortes evidentes: ✔ Capacidade de montar equipes competitivas em pouco tempo ✔ Organização defensiva consistente ✔ Boa leitura de competições de base Por outro lado, o próximo passo exige atenção: ⚠ Sustentar desempenho em projetos mais longos ⚠ Lidar com estruturas maiores e maior pressão ⚠ Transformar bons trabalhos em continuidade No futebol, subir degraus é inevitável — manter-se lá é o verdadeiro teste. Romulo Facundo já mostrou que sabe começar projetos. Agora, o mercado quer ver até onde ele pode ir. E pelo que apresentou até aqui… tem clube de olho.
- Aliança mantém Toninho e aposta na base: Adryan e Walison sobem ao profissional
Crias do projeto do Botafogo de Marechal Deodoro ganham espaço no sub-23 e já respiram o ambiente do time principal na temporada 2026 Assinatura: Fernando Antônio Sport News Radio – O site do ESPORTE Créditos: Fernando Antônio/SNR Continuidade com identidade. O Aliança decidiu manter o técnico Toninho no comando e reforça a aposta na base com duas joias locais. Adryan, volante de apenas 16 anos, e Walison, meia-atacante de 16 também, foram promovidos após se destacarem no projeto do Botafogo de Marechal Deodoro e agora passam a integrar o elenco sub-23 com portas abertas no profissional. Adryan é aquele volante de pegada e leitura tática — protege a zaga, organiza a saída e joga simples, como manda o manual do bom futebol. Já Walison chega com ousadia: meia-atacante leve, criativo, que pisa na área e não se esconde do jogo. A escolha de Toninho segue uma linha clara: dar cancha a quem tem DNA do futebol raiz. Ponto positivo? Identidade, juventude e fome de bola. Ponto de atenção? A pressão natural de subir cedo e encarar o ritmo do profissional. No fim, o recado é direto: o Aliança planta hoje para colher amanhã — e, se depender do talento da dupla, a colheita promete ser farta.
- Paquetá escapa de lesão grave, mas preocupa após sair com dores
Boa notícia com ressalvas. O meia Lucas Paquetá não teve lesão no joelho confirmada após deixar o campo com dores na vitória por 2 a 0 sobre o Esporte Clube Bahia, pelo Brasileirão Betano 2026. Por Fernando Antônio para Sport News Radio - O site do ESPORTE Créditos: Staff Images/FLAMENGO Exames realizados ainda na madrugada desta segunda-feira detectaram apenas um edema no tendão da coxa esquerda. O jogador já iniciou tratamento com o Departamento Médico. Créditos: Staff Images/FLAMENGO Na prática? Alívio imediato, mas alerta ligado. Edema não é sentença, mas cobra cuidado. O clube deve administrar a recuperação com cautela para evitar algo mais sério — e o torcedor, claro, já segura a respiração.
- Na Baixa, projeto com jovens em Marechal Deodoro movimenta o futebol e amplia espaço para meninas superarem desafios
Na periferia de Marechal Deodoro, projeto social com 80 jovens usa o futebol como inclusão e tenta reduzir desigualdade de gênero na base Por Fernando Antônio para Sport News Radio Créditos: Fernando Antônio Na comunidade da Baixa, em Marechal Deodoro, o futebol segue sendo muito mais que um jogo. É caminho, disciplina e esperança para cerca de 80 jovens liderados por Irmão Givanaldo. Sem estrutura ideal, mas com vontade de sobra, o projeto acontece na base da raça. Só que dentro desse cenário, existe um desafio maior: o das meninas, que ainda são minoria. Elas treinam no mesmo campo, com a mesma bola, mas enfrentam um jogo diferente — mais difícil, mais invisível. Falta incentivo, sobra preconceito. Ainda assim, seguem firmes. Como afirma Maria Clara, “a gente quer só a chance de jogar… e mostrar que pode também.” O trabalho de Givanaldo vai além do futebol. É formação de caráter, é resgate social. E, pouco a pouco, as meninas da Baixa vão mostrando que não querem privilégio. Querem oportunidade. Créditos: Fernando Antônio Beijo, abraço, saúde, fique com Deus e até a próxima…












