CRB chama a massa: casadinha, dois jogos no Rei Pelé e a conta do acesso na ponta do lápis
- Fernando Antônio

- 7 de nov.
- 2 min de leitura
Operário (09/11, 18h30) e Vila Nova (15/11, 16h30) em Maceió: promoção especial de ingressos, estádio cheio e a missão de colar no G4.

O CRB entrou no modo reta final. Sem novela, sem desculpa. Dois jogos seguidos em casa, Operário primeiro e, na sequência, o Vila Nova. A diretoria fez a parte dela: lançou casadinha de ingressos até sábado (08/11), às 12h. Agora é a vez da arquibancada virar pulmão. É decisão.
No campo, a matemática é direta: com 52 pontos, o Galo está a 4 do G4. Duas vitórias no Rei Pelé colocam o CRB em 58 e aumentam a pressão lá em cima. O acesso não depende só do CRB, verdade, mas depende muito do que for construído nessas 180 minutos em casa. Ponto fora da curva? Só com estádio cheio, time intenso e zero dispersão.
O que o CRB precisa
Vencer Operário e Vila Nova para chegar a 58.
Secar concorrentes diretos: qualquer tropeço deles abre a porta do G4.
Manter saldo e concentração: reta final costuma ser decidida em detalhe de bola parada e segunda bola.
O Rei Pelé costuma pesar quando a torcida vem junto. O time oscilou durante o campeonato, mas a reta final cobra jogo grande em noite grande. É a hora de transformar apoio em ponto, pressão em performance. Se o CRB fizer o básico com energia e coragem, a tabela conversa.
A ideia é simples: “Avermelhar o Trapichão”. R$ 20: acesso aos dois jogos na Arquibancada Baixa. R$ 30: acesso aos dois jogos na Geral Alta (GA) ou Alta Curva.
Promoção válida até sábado (08/11), às 12h. Depois disso, segue tabela normal. Não tem mistério: quem quiser estar no jogo e empurrar, tem como. Essa é a hora de ocupar o Rei Pelé.
Na tabela, a conta é direta: o CRB chegou a 52 pontos e está a 4 do G4. Se vencer Operário e Vila, vai a 58, colocando pressão pesada nos concorrentes. A reta final é de detalhe, de nervo, de coragem. Estádio cheio pesa. E pesa muito.




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