O início da dinastia de Jeonbuk na Coreia e o jogador alagoano que conquistou os dois primeiros títulos
- Fernando Antônio

- 8 de nov.
- 1 min de leitura
Hoje o Jeonbuk Hyundai Motors FC soma 10 títulos da K-League e é potência na Ásia. Mas a base dessa história começa com Eninho, meia alagoano que liderou as conquistas de 2009 e 2011.

O Jeonbuk Hyundai Motors FC é hoje um gigante consolidado do futebol asiático. São 10 títulos da K-League, identidade de time competitivo e presença constante entre os melhores clubes do continente. Porém, antes da fama, dos troféus e da camisa pesada, existiu uma fase de construção. E nessa fundação, o clube tinha um maestro vindo de Maceió: Eninho, camisa 8, cérebro do meio-campo, capitão e referência técnica.
Entre 2009 e 2011, Eninho foi protagonista das duas primeiras conquistas nacionais do Jeonbuk. Ele organizava o jogo, definia ritmo, dialogava com o ataque e — quando a bola parava — decidia.

Suas cobranças de falta e chutes de média distância viraram assinatura. Se havia espaço na entrada da área, o estádio prendia o ar. Era gol esperando autorização. Aqueles títulos não foram apenas troféus: foram o início de uma mentalidade vencedora.
Se hoje o Jeonbuk levanta taças com naturalidade e é reconhecido como potência continental, é impossível contar essa história sem voltar ao começo. Antes do peso, houve construção. Antes da dinastia, houve liderança. E antes do gigante, houve um alagoano que colocou o clube no mapa. O legado de Eninho não está só na estatística. Está no estilo, na cultura, na identidade. Do sururu à Coreia: Alagoas marcou território no futebol asiático.




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