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  • Técnico raiz ou professor moderno? Barroca e Schulle representam o duelo entre treinadores em Alagoas

    De um lado, Eduardo Barroca, o estrategista de dados, intensidade e prancheta digital no CRB. Do outro, Itamar Schulle, o comandante de voz firme, leitura de vestiário e futebol jogado no olho, no CSA. Dois estilos, uma mesma missão: vencer. No campo, tradição e inovação se encaram como em um clássico tático.

  • Clima leve e foco total: CSA finaliza preparação e vai a Arapiraca enfrentar o ASA pelo Alagoano

    Elenco treinou no CT Gustavo Paiva, almoçou no clube e seguiu viagem. Grupo já está em Arapiraca e sai às 14h para o Estádio Coaracy da Mata Fonseca, onde enfrenta o ASA às 16h, com uma base definida e ambiente positivo. Créditos: Augusto Oliveira/CSA O CSA chega a Arapiraca em clima de foco total para mais um duelo importante pelo Campeonato Alagoano 2026. Na manhã de ontem, o elenco realizou treinamento no CT Gustavo Paiva, almoçou no clube e, na sequência, partiu para Arapiraca com a preparação praticamente concluída. A rotina de concentração segue firme nesta tarde: a delegação azulina deixará o hotel às 14h e segue direto para o Estádio Coaracy da Mata Fonseca, palco do confronto contra o ASA, marcado para às 16h. Nos bastidores, o ambiente é considerado positivo e evidencia confiança na formação que vem sendo trabalhada. Sem problemas clínicos importantes no departamento médico, a comissão técnica sinaliza manutenção de sua estrutura tática. A espinha dorsal projetada conta com Wellerson no gol; Rian, Rayan, Marlon e Kaike na defesa; Kayllan, Igor Guilherme e Dudu Figueiredo no meio; e um trio ofensivo com Ronaldo Mendes, Ciel e Luquinhas. Essa estabilidade na formação tem sido um dos pilares do bom início de campeonato do Azulão, que vem liderando a competição com um futebol consistente e equilibrado. A ideia é manter o padrão de jogo, reforçar a intensidade e buscar mais uma vitória fora de casa. A disputa por vaga também segue acirrada em alguns setores, especialmente na articulação ofensiva, onde diferentes peças brigam por espaço e podem entrar durante a partida para mudar o ritmo do confronto. Encarar o ASA no Fumeirão é mais um teste de caráter e estratégia para o CSA nesta fase inicial do estadual. O time chega com confiança, entrosamento e a missão clara de somar mais três pontos longe de casa.

  • De questionado a decisivo: o que mudou no rendimento de David Braw em 2026

    Camisa 16 do CRB, meia de origem, marca seu primeiro gol como profissional com a camisa regatiana na vitória por 3 a 2 sobre o Murici, no Rei Pelé, e ganha novo fôlego na temporada. Créditos: Francisco Cedrim/CRB O futebol é um tribunal implacável. Num dia, o réu. No outro, o herói. David Braw conhece bem esse roteiro. Meia revelado na base, o camisa 16 do CRB vinha sendo alvo de desconfiança de parte da torcida, mas escreveu um capítulo importante ao marcar seu primeiro gol como profissional vestindo o manto regatiano na vitória por 3 a 2 sobre o Murici, no Estádio Rei Pelé. Importante frisar: não foi o primeiro gol da carreira profissional. David já havia balançado as redes por Botafogo-SP, na Copa Paulista, e também pelo São Caetano. O que torna o momento especial é o peso simbólico: foi o primeiro com a camisa do CRB, no clube que o revelou e onde a cobrança sempre é maior. Meia de origem, organizador e não centroavante, Braw nunca foi um jogador de muitos gols, mas sempre foi de participação, entrega e leitura de jogo. Desde as passagens com Marcelo Cabo e Humberto Louzer, quando teve sequência, mostrou personalidade, boa ocupação de espaços e capacidade de ajudar na construção, mesmo quando a bola insistia em não entrar. A crítica, muitas vezes, foi dura demais. Faltou o gol, faltou o passe final, mas nunca sobrou desorganização, erro fatal ou derrota nas costas do garoto. Em nenhum momento David entrou em campo para comprometer, para “entregar” jogo ou desestabilizar o time. Pelo contrário: mesmo nos momentos ruins coletivos, manteve postura, disciplina tática e coragem para pedir a bola. Contra o Murici, em um jogo tecnicamente fraco do CRB, muito bem travado pelo método defensivo do adversário, o meia apareceu como válvula de escape. Chamou a responsabilidade, arriscou, insistiu e foi premiado. O gol aliviou o time, tirou o CRB do sufoco e deu ao camisa 16 aquilo que todo jovem da base precisa: confiança. Prós: – Boa leitura de jogo e posicionamento entre linhas – Personalidade para assumir a bola mesmo sob pressão – Evolução emocional após o primeiro gol pelo clube Contras: – Ainda precisa transformar participação em números com mais frequência – Necessita de sequência para ganhar regularidade A verdade é simples e direta: David Braw é um meia em formação, não um salvador da pátria. Precisa de apoio, não de perseguição. Precisa de minutos, não de rótulos. O gol no Rei Pelé não o transforma em craque, mas confirma algo essencial: ele não é o problema. No futebol, a base floresce quando é regada, não quando é pisoteada. E o camisa 16 mostrou que, com confiança, pode ser útil, pode crescer e pode, sim, decidir. O tribunal da arquibancada é severo, mas a bola, justa como sempre, deu seu veredito naquela noite: o moleque respondeu em campo. E isso, no fim das contas, é o que mais importa.

  • CSA estreia com autoridade, goleia o Coruripe e assume a liderança do Alagoano

    Azulão vence por 3 a 0 no Rei Pelé, com gols de Rayan, Igor Guilherme e Dudu Figueiredo, e larga na frente no Estadual pelo saldo de gols. Créditos: Allan Max/CSA O Campeonato Alagoano começou com o CSA em modo protagonista. Neste domingo, no Estádio Rei Pelé, o Azulão não tomou conhecimento do Coruripe e construiu uma vitória sólida por 3 a 0, mostrando força, organização e respeito à própria camisa logo na primeira rodada. O placar foi construído com naturalidade. Rayan abriu o caminho, confirmando o bom momento ofensivo da equipe. Igor Guilherme ampliou ainda na etapa inicial, dando tranquilidade ao time, e Dudu Figueiredo fechou a conta com categoria, sacramentando uma atuação segura do começo ao fim. Com o resultado, o CSA soma três pontos e assume a liderança do Estadual no critério de saldo de gols, empatado com CRB e Penedense, que também venceram na rodada. Mais do que os números, a atuação deixa uma mensagem clara: o Azulão entra no campeonato com postura de candidato, futebol consistente e ambição de título. Largada forte, de time grande que sabe onde quer chegar.

  • CRB estreia com vitória, vence o CSE no Rei Pelé e larga com autoridade no Alagoano 2026

    No “jogo dos campeões”, o Galo faz 1 a 0 com gol de Léo Campos após assistência de Cristofer e confirma força logo na estreia do Estadual. Créditos: Francisco Cedrim/CRB O Campeonato Alagoano 2026 começou com clima de decisão no Estádio Rei Pelé. Frente a frente, os últimos campeões do Campeonato Alagoano e da Copa Alagoas. Em campo, rivalidade e um CRB mais maduro nos momentos-chave. No fim, melhor para o Galo, que venceu o CSE por 1 a 0 e somou os primeiros três pontos da temporada diante de sua torcida. O gol da partida saiu em uma jogada de leitura e precisão. Crystopher recebeu pelo meio, levantou a cabeça e encontrou Léo Campos infiltrando nas costas pela esquerda. O lateral finalizou cruzado com frieza para vencer o goleiro e balançar a rede, decretando o placar que decidiu o “jogo dos campeões”. Depois da vantagem, o CRB controlou as ações, teve mais posse e soube administrar o ritmo, enquanto o CSE tentou reagir na base da marcação forte e das bolas longas. Faltou, porém, poder de definição. Com organização e experiência, o time regatiano segurou o resultado até o apito final e largou no Estadual mostrando que, em 2026, mais uma vez, o Rei Pelé segue sendo território difícil para qualquer visitante.

  • Skate resiste, insiste e pede passagem em Marechal Deodoro

    Entre o asfalto quente, o corrimão gasto e a criatividade que não pede licença, o skate deodorense segue vivo — e quer mais.

  • Kallyel x Kayllan: os volantes alagoanos que dão identidade ao meio-campo de CRB e CSA

    Dois estilos, a mesma essência: Kallyel, no CRB, e Kayllan, no CSA, representam caminhos diferentes da formação alagoana na posição de volante — entre a intensidade moderna e a escola clássica de marcação. E com a bola rolando no Campeonato Alagoano 2026, esse duelo tático ganha um novo palco logo nas primeiras rodadas. O futebol alagoano segue formando volantes do jeito que a arquibancada gosta: mas será que eles vão ser aproveitados e se destacarem esse ano? No meio-campo, onde o jogo respira e a história decide, Alagoas apresenta dois nomes que simbolizam tradição, suor e evolução tática: Kallyel, do CRB, e Kayllan, do CSA. Ambos reconhecidos como volantes em bases de dados do futebol e com papel fundamental nas rotinas de CRB e CSA para 2026. Eles representam escolas distintas — mas igualmente importantes — dentro do clássico e também no contexto mais amplo do Campeonato Alagoano que começa em 10 de janeiro de 2026. Nada de rodeio: aqui é análise direta, com opinião leve, comparação justa e respeito ao jogo. 🔴 Kallyel: o volante de transição que acelera o CRB Kallyel é o volante que não aceita ficar preso ao círculo central. Ele combate, cobre espaço, chega na segunda bola e ajuda a puxar o time para frente. Um perfil mais híbrido, entre o primeiro e o segundo volante: intenso, agressivo no tempo de pressão e participativo nas transições. Não é jogador de vitrine. É jogador de utilidade. Daqueles que mudam o ritmo do jogo quando ganham confiança. Pontos fortes: • leitura de combate e recomposição rápida • apoio ofensivo com passes curtos e aceleração • boa presença em transições • entrega física e competitividade alta Pontos a evoluir: • regularidade ao longo dos 90 minutos • escolhas sob pressão em jogos fechados • equilíbrio defensivo em bloco baixo Onde rende mais: partindo da segunda linha, alternando cobertura e progressão: volante que energiza o meio-campo. Contexto competitivo: O CRB abre sua campanha no Campeonato Alagoano justamente no dia 10 de janeiro de 2026, às 16h, recebendo o CSE no Estádio Rei Pelé na chamada Rodada de Abertura. 🔵 Kayllan: o volante clássico que sustenta o CSA Se Kallyel simboliza a transição moderna, Kayllan carrega o DNA tradicional do volante de marcação. Fechamento de corredor, disciplina posicional, proteção à zaga e leitura silenciosa do jogo. Nada espalhafatoso. Nada gratuito. É o tipo de jogador que faz o time funcionar — sem precisar aparecer. Referenciado em bases, Kayllan construiu carreira no futebol regional e chega ao CSA com um perfil que agrada treinador e torcedor: raça na dividida, seriedade no posicionamento e saída de bola segura. Pontos fortes: • cobertura defensiva consistente • leitura tática e ocupação de espaços • intensidade no corpo a corpo • passes curtos com verticalidade consciente Pontos a evoluir: • maior presença no último terço • pisar mais na área • variar ritmo em momentos decisivos Onde rende mais: centralizado, próximo dos zagueiros, como pilar de proteção: volante que organiza o jogo em silêncio. Contexto competitivo: O CSA também estreia no dia 11 de janeiro de 2026, às 17h, encarando o Coruripe no Rei Pelé, abrindo sua jornada no estadual. No papel, eles se cruzam como rivais. No futebol alagoano, eles se completam como símbolo. Um representa a modernização da função. O outro preserva a essência do volante raiz. E é justamente aí que mora a beleza do clássico.

  • Lucas Fernandes joga como maestro, rege a J-League e coloca o Cerezo Osaka no compasso com números impressionantes

    Por Fernando Antônio para Sport News Radio - O site do ESPORTE Créditos: Cerezo Osaka/FOTO Em 2025, Lucas Fernandes foi o cérebro, o pé calibrado e a bússola ofensiva do Cerezo Osaka. Números frios? Nem tanto: 10 gols, 18 assistências, presença em 10 seleções da semana e, pelo segundo ano consecutivo, líder de passes para gol na J-League. Some a isso a liderança em participações diretas em gols e em oportunidades criadas. É estatística de camisa 10 raiz com mentalidade de camisa 8 moderno. Um maestro completo. Lucas joga com o relógio no pulso e o campo na cabeça. Enxerga antes, executa melhor. Enquanto muitos correm, ele pensa. Enquanto alguns finalizam, ele constrói. Sua temporada é um tratado sobre como organizar o caos ofensivo. A bola passa, respira, e sai limpa. Não é só o passe bonito: é o passe certo, no tempo exato, na ferida do adversário. Resultado? O Cerezo Osaka virou um time que ataca com método, não no desespero. Os prêmios semanais são apenas a consequência natural de quem, rodada após rodada, foi o dono do jogo. Dez vezes eleito para a equipe da semana não é acaso; é constância. Liderar assistências por dois anos seguidos na liga mais tática da Ásia exige leitura, disciplina e criatividade. Liderar também em participações em gols e chances criadas mostra impacto total: Lucas não só dá o último toque, ele inicia, organiza e conclui a jogada. Há quem diga que o futebol japonês valoriza o coletivo acima de tudo. Verdade. E justamente por isso Lucas Fernandes brilha ainda mais: ele potencializa o sistema, faz os outros jogarem melhor, eleva o nível do conjunto. É o tipo de jogador que não quebra a estrutura; ele a aprimora. Em 2025, a J-League teve muitos bons atletas. Mas poucos foram tão decisivos, tão regulares e tão influentes quanto o brasileiro do Cerezo Osaka. Lucas Fernandes não foi apenas o líder em números. Foi o líder em ideias. E no futebol, quem comanda as ideias, comanda o jogo.

  • Harrysson Fleury, da base ao topo: lateral deodorense é campeão da Copa Conecta Foot Sub-17 2025

    Talento de Marechal Deodoro, disciplina tática e futebol bem jogado: Harrysson Fleury deixa sua marca no título do Clube Vital diante do Mauá. O futebol de base segue entregando respostas, e uma delas atende pelo nome de Harrysson Fleury. Lateral-direito de Marechal Deodoro, o jovem foi peça importante na campanha vitoriosa do Clube Vital, campeão da Copa Conecta Foot 2025 – categoria Sub-17. Em decisão equilibrada contra o Mauá, o Vital fez valer o trabalho bem feito ao longo da competição e levantou o troféu com autoridade. No jogo de ida, vitória convincente por 2 a 0, construída com maturidade e leitura de jogo. Harrysson apareceu onde lateral moderno precisa aparecer: no apoio ofensivo. Foi dele a assistência que ajudou a abrir caminho para o triunfo e deu tranquilidade para a sequência da decisão. Futebol simples, objetivo e eficiente — como manda o manual. Já no jogo de volta, o empate em 1 a 1 confirmou o título e coroou uma campanha segura. Harrysson manteve regularidade defensiva, mostrou fôlego e personalidade, características que explicam por que o lateral vem chamando atenção dentro e fora das quatro linhas. Marechal Deodoro segue revelando talentos, e o nome de Harrysson Fleury entra com mérito nessa lista. Base forte, futuro promissor e um recado claro: o futebol local continua vivo, competitivo e cheio de histórias boas para contar.

  • Pingamix ergue a taça e se consagra campeão da Liga Deodorense de Futsal

    Decisão eletrizante termina em 2 a 1, com gol heroico de Richardson Kauã, carinhosamente chamado de Tcharlie, e noite dourada para o futsal deodorense. Créditos: @pxfotografias O futsal de Marechal Deodoro viveu um daqueles capítulos que o tempo não apaga. No duelo que parou a cidade, Pingamix e Gislene City entraram em quadra com intensidade, raça e uma torcida que fez tremer as grades do ginásio da Vila Altina, do Complexo Poliesportivo Senador Arnon de Mello, que é quadra de esportes da Escola Municipal Altina Ribeiro. O primeiro tempo manteve o suspense no mais alto nível: Jorge abriu o placar para o Pingamix, mas Diego, com oportunismo, igualou e levou a decisão para uma segunda etapa nervosa. E foi justamente no retorno do intervalo que nasceu o herói da noite. Tcharlie chamou a responsabilidade, e em uma jogada trabalhada com frieza e precisão, Richardson Kauã encontrou o gol que coroou o Pingamix com o título da Liga Deodorense de Futsal — vitória por 2 a 1, suor na camisa, alma na chuteira e festa que ecoou como grito eterno de campeão. O troféu levantado no centro da quadra foi mais que conquista: foi identidade, foi pertencimento, foi futsal vivo. A cerimônia de premiação reuniu atletas, comissão, torcedores e até os pequenos que corriam sorrindo entre os medalhistas, simbolizando o futuro do esporte local. O Pingamix não venceu apenas um jogo — venceu uma era, escreveu sua página na história da LDF e renovou o orgulho de Marechal Deodoro por seu futsal. Noite de taça, de gargalhada, de foto para porta-retrato. Noite de dizer, com peito estufado: o campeão agora tem nome. Pingamix.

  • Flamengo é tetracampeão da América em Lima: o ano em que o vermelho-preto escreveu de vez seu nome na eternidade

    Gol de Danilo, escanteio de Arrascaeta e a história sendo reescrita no Estádio Monumental Créditos: Adriano Fontes/FLAMENGO LIMA (PERU) — Sport News Radio, reportagem especial de Fernando Antônio — O futebol tem dessas ironias poéticas: às vezes não é preciso espetáculo, só precisão. E o Flamengo, time acostumado ao drama, escolheu justamente a frieza de um único lance para se tornar o primeiro tetracampeão brasileiro da CONMEBOL Libertadores. Vitória por 1 a 0 sobre o Palmeiras, no Monumental de Lima, gol de Danilo, de cabeça, após escanteio teleguiado de Arrascaeta, o maestro que não desafina. Foi assim, simples e mortal, como manda a cartilha dos gigantes. Depois de 1981, 2019 e 2022, o rubro-negro carioca agora finca uma nova bandeira no continente: 2025, o ano do tetra. Um título com a cara do Flamengo: intensidade, alma e sofrimento O roteiro era clássico: estádio lotado, rival de peso, tensão em cada metro do gramado — e o Flamengo impondo aquele ritmo que só um time acostumado a noites grandes consegue entregar. Pressão alta, bola trabalhada com paciência e uma maturidade de campeão que não se compra, se constrói. Quando Arrascaeta caminhou para a bandeira do escanteio, o estádio prendeu a respiração. O uruguaio levantou a cabeça, escolheu o alvo e colocou a bola exatamente onde sonhou. Danilo, subindo como se o tempo tivesse parado, testou forte, consciente, para o fundo das redes. Explosão. Grito engasgado desde Montevidéu 81, passando por Lima 2019, pisando de novo no mesmo solo seis anos depois. Era destino. ⸻ O Palmeiras pressionou — mas o Flamengo soube sofrer O Flamengo não ganhou por acaso. Soube recuar quando precisou, encaixar os duelos individuais, e transformar cada dividida em símbolo da sua noite. O Palmeiras tentou — claro que tentou — mas encontrou um sistema defensivo maduro, compacto, disposto a rasgar a chuteira se fosse preciso. E quando o apito final ecoou, o Monumental virou Rio. As camisas tremulavam, os jogadores choravam, e a campanha perfeita ganhava seu ponto final dourado. ⸻ TETRACAMPEÃO. O PRIMEIRO DO BRASIL. O FLAMENGO É um título que pesa, que marca, que estampa o nome rubro-negro na prateleira mais alta do continente. Tetra não é obra do acaso. É insistência, elenco, gestão, cultura vencedora e uma torcida que empurra como nenhuma outra. Para o futebol brasileiro, um novo capítulo. Para o Flamengo, mais um altar. Para a América, um novo rei — que, na verdade, sempre esteve sentado no trono.

  • De Fazenda Coutos para o mundo: lesão adia ida de Vitório Santos à Polônia, mas VS promete retorno arrasador em setembro

    Cria de Salvador, nascido e moldado entre Fazenda Coutos e Paripe, o ponta de 21 anos esteve a um passo de cruzar o Atlântico rumo ao futebol polonês. A lesão atrasou o sonho, mas não apagou a chama. Em entrevista exclusiva ao Sport News Radio, Vitório Santos garante: “Volto mais forte”. Vitório Santos carrega no nome o peso do Nordeste e no drible a assinatura de quem cresceu jogando bola nas quadras, ruas e becos de Fazenda Coutos e Paripe, em Salvador. Aos 21 anos, o “VS” virou daqueles talentos que explodem pelas beiradas: rápido, insolente, direto — o tipo de ponta que o futebol europeu adora pescar. Não à toa, o destino parecia pronto para virar a chave. Uma proposta oficial da Polônia colocou o jogador na rota internacional. O passaporte quase abriu, as malas quase fecharam, a vida quase mudou. Até que a lesão apareceu — seca, fria e injusta como só as lesões sabem ser. E o sonho europeu precisou ser guardado por alguns meses. VS sentiu. É humano. Mas não desmontou. Em conversa franca e exclusiva com o Sport News Radio, o baiano deixou claro que a interrupção não será um ponto final: “Vou voltar em setembro. E vou voltar melhor. Essa pausa vai me fortalecer.” É a resposta típica de quem nasceu em comunidade, aprendeu cedo a se virar e sabe que nenhum obstáculo é grande o bastante para derrubar quem já superou muito mais fora de campo. A Polônia vai esperar — e talvez receba um Vitório ainda mais mortal, mais maduro, mais pronto. Se o futebol é feito de viradas, VS está prestes a escrever a dele. Setembro não é promessa: é aviso. O menino de Fazenda Coutos está voltando. E ele vem grande.

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