Resultados de busca
Search this site
586 resultados encontrados com uma busca vazia
- Pré-temporada 2026: Saiba como mudança de clube transformou Lucas Fernandes no líder de assistências da J-League
Alagoano vive sua terceira temporada no Cerezo Osaka (e a sétima no Japão). Jogador chega a 2026 consolidado como um dos principais armadores do futebol asiático após mudança de função que potencializou seu rendimento. No início da pré-temporada de 2026, Lucas Fernandes inicia mais um ciclo no Cerezo Osaka carregando um status que poucos brasileiros alcançaram na J-League. Por Fernando Antônio | Sport News Radio — O site do ESPORTE A Transformação em Números Depois de deixar o Consadole Sapporo, o meia passou por uma transformação técnica e tática que o levou a assumir o protagonismo da equipe. A temporada de 2025 terminou com números expressivos para o brasileiro: 38 partidas 10 gols 18 assistências (Líder geral da liga) 10 presenças na Equipe da Semana Vaga garantida no J-League Awards De Ala a Camisa 10: A Mudança Tática A principal mudança aconteceu dentro de campo. Se no Consadole Sapporo Lucas acumulava funções defensivas e atuava frequentemente como ala, no Cerezo Osaka ele ganhou liberdade para jogar livre no setor ofensivo. Com maior participação na criação, passou a explorar sua visão de jogo, a qualidade no último passe e a capacidade de decidir partidas — características que o transformaram na principal referência técnica do campeonato. O que esperar de Lucas Fernandes em 2026? Agora, enquanto se prepara para os desafios de 2026, Lucas busca manter o alto nível que o colocou entre os melhores jogadores da Ásia. O novo ciclo começa cercado de expectativas, mas respaldado pela regularidade construída nos últimos anos. Mais do que um líder em assistências, o alagoano chega à temporada como a mente pensante do Cerezo Osaka e um dos brasileiros de maior destaque no exterior.
- A receita para a virada: O ponto fraco do Betim que o CSA precisa explorar no Rei Pelé
Azulão precisa de virada histórica contra o Betim, monitora situação de Lucas Lima e vê CBF rejeitar pedido de última hora nos bastidores. Por Fernando Antônio | Sport News Radio - O site do ESPORTE A contagem regressiva começou. O CSA entra na semana mais importante e tensa da temporada sabendo que apenas uma atuação impecável manterá vivo o sonho do acesso. Após a derrota no jogo de ida, o Azulão terá de vencer o Betim por pelo menos dois gols de diferença no Rei Pelé para seguir vivo no Campeonato Brasileiro da Série D. Apesar do tamanho do desafio, os números trazem um forte combustível para a torcida acreditar na virada. Fotógrafo: Allan Max/CSA O calcanhar de Aquiles do Betim como visitante O retrospecto do Betim longe de seus domínios é o principal aliado do otimismo azulino. A equipe mineira soma apenas 27,8% de aproveitamento como visitante nesta Série D — um rendimento drasticamente inferior ao apresentado diante de sua torcida. O dado reforça a missão do CSA de transformar o Estádio Rei Pelé em um verdadeiro caldeirão. Empurrado pela torcida, o time aposta nessa fragilidade do rival para construir a vantagem necessária. Artilharia em jogo: A hora de Rian Santana Mesmo passando em branco no primeiro confronto em Minas Gerais, o atacante Rian Santana continua no topo da lista de goleadores da Série D. Com gols decisivos ao longo da campanha, o camisa 11 divide a liderança da artilharia da competição com outros cinco jogadores. A partida mais importante do ano para o Azulão surge também como a oportunidade perfeita para o jogador se isolar na corrida pelo posto de maior goleador do campeonato. Mistério sobre Lucas Lima preocupa Se Rian está confirmado, a situação do atacante Lucas Lima acendeu o sinal de alerta nos bastidores do Mutange: O cenário: O centroavante ficou fora do jogo de ida e ainda não participou dos treinamentos com bola nesta semana. A alternativa: Caso o mistério persista e ele seja vetado, o técnico azulino terá de mexer na estrutura ofensiva para garantir poder de fogo desde o primeiro minuto. CBF ignora pedido do CSA nos bastidores Fora das quatro linhas, a diretoria maruja tentou mudar a programação da finalíssima. O clube solicitou formalmente à CBF a antecipação da partida para o sábado, visando ganhar um dia a mais de descanso e preparação para a sequência do torneio. No entanto, o pedido foi ignorado pela entidade. A CBF bateu o martelo, confirmou o duelo decisivo para a próxima segunda-feira e já divulgou a equipe de arbitragem responsável por comandar o confronto. Segunda-feira de "tudo ou nada" Entre números favoráveis, dúvidas e pressões de bastidores, o cenário está desenhado. O CSA precisará sufocar um adversário que oscila fora de casa, torcer pela recuperação de peças-chave e reencontrar sua força ofensiva. Na Série D, não há mais margem para erro. A segunda-feira, 20h, definirá o futuro e os rumos da temporada do Azulão.
- CRB trava mercado: Entenda por que Fábio Matias e PC Gusmão decidiram avaliar o elenco antes de reforços
Presidente Marroquim confirma espera por aval da Fifa, mas avisa que novas peças só chegam após avaliação rígida do executivo de futebol PC Gusmão e do técnico Fábio Matias. Por Fernando Antônio | Sport News Radio - O site do ESPORTE O CRB vive um momento de realização de processos dentro e fora de campo. Em meio à luta para recuperar espaço e subir na tabela do Campeonato Brasileiro da Série B, a diretoria regatiana adota um discurso unificado: antes de gastar e contratar, é preciso entender o real potencial do atual elenco. Fotógrafo: Lucca Morais/CRB O presidente Mário Marroquim confirmou publicamente que o clube aguarda a liberação oficial da Fifa para voltar a registrar atletas. No entanto, o dirigente alertou que qualquer movimentação de mercado só acontecerá após o diagnóstico detalhado que já está sendo conduzido pelo técnico Fábio Matias e pelo executivo de futebol PC Gusmão. “Nada será feito de forma precipitada. Primeiro precisamos entender as necessidades do grupo para depois definir quem chega e quem deixa o clube”, sinalizou o presidente regatiano. PC Gusmão aponta desequilíbrio e cobra disciplina Na mesma linha, o novo executivo de futebol, PC Gusmão, foi direto ao analisar o atual momento do Galo. Segundo ele, existe um desequilíbrio técnico e anímico que precisa ser corrigido com urgência. Para o dirigente, a estrutura oferecida pelo CRB hoje está entre as melhores do futebol brasileiro e não condiz com a posição que a equipe ocupa na temporada. A principal missão, portanto, será reorganizar o ambiente e recuperar o espírito competitivo. O foco imediato: Reorganização interna. A meta: Recuperar a competitividade na Série B. A exigência: Mudança de postura dos atletas. “A palavra-chave é disciplina”, destacou PC Gusmão, indicando que a mudança de comportamento será o pilar fundamental para a reação alvinegra. Diagnóstico rigoroso antes das mudanças Recém-apresentado no CT Ninho do Galo, o técnico Fábio Matias reforçou que não pretende indicar reforços de imediato. A estratégia do treinador é observar o comportamento do elenco nos treinamentos diários e nas próximas partidas antes de entregar uma lista de prioridades à diretoria. A intenção é identificar as principais carências e os pontos fortes do grupo. O objetivo é buscar peças que realmente elevem o nível técnico do time titular, evitando contratações apenas para "compor número" no plantel. Mercado será consequência do processo O planejamento da nova gestão do futebol deixa claro que a avaliação interna vem antes do talão de cheques. A expectativa é que, assim que a punição da Fifa for revertida, o clube tenha condições de agir rápido no mercado — mas apenas com base nas reais necessidades apontadas pela comissão técnica. Enquanto a janela de registros não abre, Fábio Matias corre contra o tempo para ajustar o sistema de jogo, recuperar a confiança dos jogadores e buscar resultados imediatos. No CT Ninho do Galo, a ordem é clara: observar, diagnosticar e corrigir. As chegadas e saídas de jogadores serão a consequência desse processo, e não o ponto de partida.
- Muito além do futebol: por que a rivalidade entre CRB e CSA define o que é ser alagoano
Das falésias ao mar, do pastoril aos estádios: entenda como a maior rivalidade do estado ultrapassou o futebol para se tornar patrimônio cultural. Por Fernando Antônio | Sport News Radio - O site do ESPORTE Em Alagoas, uma pergunta ecoa de geração em geração muito antes do apito inicial: vermelho ou azul? Essa resposta tem o poder de definir amizades, dividir mesas de bar ou restaurante e alimentar uma rivalidade centenária entre o Clube de Regatas Brasil (CRB) e o Centro Sportivo Alagoano (CSA). Mas você já parou para pensar que essa força vai muito além das quatro linhas? Esse duelo icônico está enraizado no imaginário popular, nas manifestações folclóricas e na própria construção da identidade alagoana. Crédito: Felipe Brasil/FOTOGRAFIA O pontapé inicial: A história antes do Clássico das Multidões Embora o "Clássico das Multidões" concentre os holofotes, o futebol em solo alagoano começou bem antes da fundação da dupla de gigantes. O pioneiro da bola foi o Esporte Clube Penedense, criado em 3 de janeiro de 1909 — hoje um dos clubes mais antigos em atividade no Brasil. Registros históricos mostram que os moradores de Penedo já batiam uma bola desde dezembro de 1908, antecedendo a capital. Já em Maceió, a primeira partida oficial aconteceu em 31 de março de 1909, em um cenário quase inacreditável para os padrões modernos: Os atletas: Jogavam de botinas e meias presas por elásticos. Os uniformes: Identificados por faixas de cetim. A torcida: Senhoras da elite com suas sombrinhas e autoridades ilustres, como o então governador Euclides Malta. O confronto inaugural reuniu as equipes Deodoro e Floriano, homenagens diretas aos marechais alagoanos que marcaram a Proclamação e a consolidação da República no Brasil. A novidade havia chegado ao estado trazida por estudantes de Direito e Medicina que voltavam de Salvador, Recife e São Paulo, ganhando as páginas dos jornais pelas mãos do jornalista Gilberto de Andrade, no antigo Campo da Jacutinga. Quando o futebol imitou a cultura (e a natureza) Com o passar do século XX, a rivalidade entre CRB e CSA ganhou proporções quase místicas. O jornalista e pesquisador Lauthenay Perdigão, na obra História do Futebol Alagoano: Arquivos Implacáveis, apontava que o clássico se fundiu perfeitamente ao simbolismo cultural do estado. O dualismo alagoano: Nos tradicionais folguedos do Pastoril, o vermelho representa a mestra, enquanto o azul simboliza a contramestra. Essa mesma oposição de cores ecoa nas cavalhadas e em outras expressões folclóricas. Até a geografia parece explicar a divisão: estudiosos da iconografia local apontam que o vermelho das falésias em contraste com o azul do mar criou uma assinatura visual natural, que o futebol caprichosamente herdou. A Era de Ouro e a força do interior A organização oficial do esporte veio em 1927 com a criação da Coligação Esportiva de Alagoas (CEA). No primeiro Campeonato Alagoano, além de CRB e CSA, clubes como Vera Cruz, Tiradentes, Barroso e Uruguai entraram na disputa. O Galo levou a melhor, batendo o Azulão por 2 a 0 na final e inaugurando a contagem de títulos. Com o tempo, a entidade evoluiu até se tornar a atual Federação Alagoana de Futebol (FAF) em 1991. Mas engana-se quem pensa que a paixão se resume a Maceió. O interior alagoano sempre foi um celeiro de potências: ASA de Arapiraca: Fundado em 1952, chocou o estado ao ser campeão logo em sua estreia e se consolidou nacionalmente. Tradição viva: Clubes como CEO, CSE, Coruripe, Murici, Jaciobá e Aliança mantêm viva a chama do futebol no interior. Formação de talentos: Mais recentemente, o extinto Corinthians Alagoano virou referência nacional na revelação de jovens craques. Um patrimônio que corre nas veias Mais de um século após os primeiros chutes na Jacutinga, a pergunta inicial continua mais viva do que nunca. Independentemente de qual seja o seu lado, o futebol em Alagoas moldou uma tradição que ignora o placar final. A rivalidade entre CRB e CSA se transformou em um patrimônio afetivo, a prova viva de como um povo conseguiu transformar duas cores na mais pura expressão de pertencimento, memória e paixão. Beijo, abraço, saúde, fique com Deus e até a próxima se Deus quiser…
- A lapidação do zagueiro: Como a venda de Wallace Santos muda o patamar da base do CRB
O futebol costuma premiar quem transforma oportunidade em legado. Foi exatamente esse o caminho percorrido por Wallace Santos. Aos 21 anos, o zagueiro deixa o CRB para vestir a camisa do Grêmio em uma negociação que entra definitivamente para a história do clube alagoano. Por Fernando Antônio | Sport News Radio - O site do ESPORTE Fotografia: Assessoria/Grêmio FBPA Quem vê o zagueiro Wallace Santos assinar um contrato histórico com o Grêmio pode não dimensionar os quase quatro anos de silêncio, treino e paciência que antecederam os holofotes. A maior venda da história das categorias de base do CRB não aconteceu por acaso; foi o resultado de um processo de maturação longo no Ninho do Galo. Lá de Marechal Hermes, no Rio de Janeiro, o jovem defensor de 21 anos desembarcou em Alagoas em dezembro de 2022. Longe dos grandes holofotes da mídia nacional, ele foi construindo sua identidade técnica nos gramados da base regatiana, degrau por degrau. A escola da paciência e o teste de fogo No futebol de base, a transição para o profissional costuma ser um período de extrema ansiedade. No caso de Wallace, o CRB optou por uma estratégia de preservação. O zagueiro passou por quase três temporadas completas absorvendo a cultura do clube, aprimorando o posicionamento e ganhando massa muscular antes de receber o primeiro chamado definitivo. Quando a oportunidade na equipe principal finalmente chegou, o cenário exigia maturidade: O Mentor Invisível: Wallace foi lançado ao campo pelo técnico Eduardo Barroca em um momento de afirmação do time. A Substituição Simbólica: O jovem entrou na vaga de ninguém menos que Fábio Alemão, o capitão e a principal liderança defensiva do elenco. Aquela estreia não foi apenas um debute protocolar. Ao herdar a responsabilidade de suprir a ausência do capitão e dar conta do recado na vitória alvirrubra, Wallace mostrou ao mercado que sua principal virtude não era apenas o vigor físico dos 21 anos, mas a força mental. Fotografia: Arquivo pessoal/Wallace Santos O legado silencioso deixado no Ninho do Galo A transferência que rende R$ 3 milhões por 50% dos seus direitos econômicos resolve uma equação financeira importante para o CRB, mas o verdadeiro impacto da sua passagem é intangível. Wallace Santos deixa em Alagoas um espelho para os novos garotos que chegam ao clube com o mesmo sonho. Sua trajetória prova que o Nordeste se consolidou como um polo exportador de inteligência tática, e não apenas de atacantes velocistas. Enquanto o zagueiro inicia sua caminhada em Porto Alegre, os analistas e a torcida do Galo olham para trás com a certeza de um trabalho bem executado. A base regatiana ganhou um novo norte, e a camisa alvirrubra, uma marca histórica impossível de ser apagada.
- Fracasso na Copa do Mundo: Brasil foi eliminado antes da hora; erros de Ancelotti e pênalti perdido custaram vaga nas quartas
Com pane tática de Carlo Ancelotti no segundo tempo, Seleção Brasileira desperdiçou penalidade com Bruno Guimarães, viu Haaland marcar duas vezes e deu adeus ao Mundial nas oitavas de final após derrota por 2 a 1 para a Noruega. Por Fernando Antônio | Sport News Radio - O site do ESPORTE A caminhada do Brasil na Copa do Mundo terminou de forma melancólica e precoce. Em um confronto dramático pelas oitavas de final, a Seleção Brasileira foi eliminada pela Noruega por 2 a 1. Em tarde inspirada do astro Erling Haaland, autor dos dois gols escandinavos, o Brasil sofreu com a falta de pontaria, alterações inexplicáveis do técnico Carlo Ancelotti e o peso de um pênalti desperdiçado ainda na etapa inicial. Neymar descontou para o Brasil, mas não foi o suficiente para evitar o vexame: o Brasil já foi eliminado do torneio mundial. Fotógrafo: Rafael Ribeiro/CBF O contraste da marca da cal O Brasil começou a partida com volume de jogo e teve a chance de ouro para abrir o placar quando o jogo ainda estava em 0 a 0. Após falta na área, o árbitro assinalou pênalti para a Seleção. Na ausência de Neymar na cobrança naquele momento, Bruno Guimarães assumiu a responsabilidade. Foi ali que o primeiro erro capital aconteceu. No momento da batida, Bruno Guimarães cometeu o pecado crucial de olhar fixamente para a bola, facilitando a leitura do goleiro norueguês, que fez a defesa. Mais tarde, no segundo tempo, o Brasil teve outra penalidade a seu favor. Dessa vez, Neymar foi para a bola e deu uma verdadeira aula de frieza: mantendo os olhos cravados no goleiro até o último milésimo de segundo antes do chute, o camisa 10 deslocou o arqueiro com extrema categoria e converteu o único gol brasileiro. O preciosismo e a diferença de postura na marca da cal custaram caro demais para uma equipe que acabou desclassificada. As substituições desastrosas de Ancelotti Se dentro de campo faltou eficiência, no banco de reservas sobrou preciosismo tático — do pior tipo. A eliminação brasileira foi creditada diretamente na conta do técnico Carlo Ancelotti. O treinador italiano não soube ler o jogo, montou mal a equipe e foi desastroso nas substituições. A decisão mais incompreensível e criticada da partida foi a alteração no gol. Ancelotti promovu a entrada de Éderson no segundo tempo. A mudança, totalmente incomum para a posição, desestabilizou o sistema defensivo. Para piorar, a entrada do goleiro coincidiu exatamente com o primeiro gol da Noruega, anotado por Haaland, iniciando o colapso tático do Brasil em campo. As peças escolhidas pelo treinador ao longo da segunda etapa desfiguraram o meio-campo e deixaram a equipe exposta aos contra-ataques mortais dos europeus. Olho na bola Olho no goleiro
- O relógio de Carlo Ancelotti: como o Brasil pretende quebrar o tabu contra a Noruega na Copa
Em flagrante na imagem, o comandante da Seleção cronometra os minutos em Nova York para o duelo das oitavas de final; impulsionado pela grande fase de Bruno Guimarães, o Brasil entra em campo na madrugada para avançar na Copa e afastar um fantasma histórico. Por Fernando Antônio | Sport News Radio - O site do ESPORTE Fotógrafo: Rafael Ribeiro/CBF A imagem que diz tudo: a obsessão pelo tempo em Nova York A contagem regressiva para a continuação do mata começou de forma fria e calculista nos gramados norte-americanos. Conforme registrado, o técnico Carlo Ancelotti foi pego olhando fixamente para o relógio momentos antes da realização da coletiva no Estádio MetLife e verificação do reconhecimento do gramado em Nova York/New Jersey. O gesto sutil traduz perfeitamente o sentimento que domina os bastidores da Amarelinha: cada segundo de preparação é estratégico quando o preço de um erro significa a eliminação na maior Copa do Mundo da história. Mais do que apenas checar o horário, o experiente treinador parece cronometrar a evolução de um elenco que, segundo suas próprias palavras, finalmente atingiu a maturidade ideal. Ancelotti garantiu que a Seleção Brasileira chega para este duelo vivendo o seu absoluto melhor momento na competição, apresentando um crescimento técnico e tático vertical que promete surpreender os europeus. O motor do meio-campo e a promessa de Bruno Guimarães Se a comissão técnica cuida da estratégia na lateral direita do campo de ataque, a engrenagem que faz o Brasil andar na Copa atende pelo nome de Bruno Guimarães. O volante vive um momento mágico na competição, colecionando atuações de gala que o transformaram no pilar intocável da Seleção de Ancelotti e responsável por efetuar o maior número de passes para gol do Brasil na Copa. São 4 assistências. Para a partida de logo mais, Bruno não esconde que o elenco carrega uma motivação extra. O foco vai muito além da cobiçada vaga nas quartas de final; o objetivo declarado é reescrever a história do futebol brasileiro. O fantasma norueguês: chegou a hora de quebrar o tabu Por mais surpreendente que pareça para o país cinco vezes campeão do mundo, a Noruega é uma das poucas seleções do planeta que ostenta uma invencibilidade histórica contra o Brasil no futebol masculino profissional. Ao todo, foram quatro confrontos oficiais, resultando em dois empates e duas derrotas — incluindo o doloroso revés na Copa do Mundo de 1998. Para os comandados de Ancelotti, esse retrospecto negativo não entra em campo como um peso, mas sim como combustível. O elenco está blindado, confiante no padrão tático estabelecido e ciente de que o tabu histórico tem hora marcada para acabar.
- CSA tem primeiro tempo péssimo, perde para o Betim por 1 a 0 e joga a vida no Rei Pelé
Azulão faz jogo irreconhecível em Minas Gerais, mas aposta na força da torcida em Maceió para reverter a desvantagem e buscar a vaga na segunda-feira (13/07). Por Fernando Antônio | Sport News Radio - O site do ESPORTE Fotógrafo: Augusto Oliveira/CSA O CSA não conseguiu repetir suas boas atuações recentes e largou em desvantagem na batalha decisiva pelo acesso. Jogando fora de casa, o Azulão foi superado pelo Betim por 1 a 0, em uma partida que deixou o torcedor marujo em clima de apreensão. A equipe alagoana apresentou um futebol sonolento e totalmente irreconhecível no primeiro tempo, permitindo que os donos da casa dominassem as ações. Embora o time tenha demonstrado uma postura mais agressiva e com maior posse de bola na etapa final, o esforço não foi suficiente para evitar o revés em solo mineiro. Apesar do resultado negativo, o técnico Moacir Júnior foi mantido no cargo e já iniciou o trabalho de mobilização para o confronto de volta. Em sua análise, o comandante azulino não poupou críticas à arbitragem, apontando um erro polêmico no lance que originou o gol do Betim e classificando a postura do árbitro como condescendente. No entanto, o treinador foi autocrítico e reconheceu que o desempenho ruim do CSA nos primeiros 45 minutos pesou mais para a derrota do que os fatores externos, cobrando uma evolução imediata do elenco. E agora? Agora, todas as fichas do Azulão estão depositadas no caldeirão do Estádio Rei Pelé. O reencontro decisivo está marcado para a próxima segunda-feira, dia 13 de julho, às 20 horas, onde a equipe precisa vencer para reverter o cenário e manter vivo o sonho de subir de divisão. A expectativa é de casa cheia, e a comissão técnica aposta no volume ofensivo mostrado no segundo tempo para que a torcida empurre o time, conquistando uma vitória crucial para apagar de vez o doloroso fantasma da quarta divisão no futebol de Alagoas.
- Vexame no Paraná: CRB é goleado por 5 a 0 pelo Londrina e demite Eduardo Barroca
Após sofrer uma das piores derrotas da temporada, o Galo reformula a comissão técnica e acende o sinal de alerta contra a zona de rebaixamento da Série B. Por Fernando Antônio | Sport News Radio - O site do ESPORTE Fotógrafo: Lucca Morais/CRB Uma tarde para o torcedor regatiano esquecer. O CRB carimbou um dos capítulos mais dolorosos de sua campanha recente ao ser atropelado pelo Londrina por 5 a 0, em solo paranaense. Dominado do início ao fim, o time alagoano assistiu passivamente ao passeio dos donos da casa, mostrando uma desorganização tática e uma apatia que custaram caro. O resultado elástico não apenas quebrou a confiança do elenco, mas também gerou uma crise imediata nos bastidores de Maceió. O impacto do vexame foi instantâneo e implacável. Pouco após o apito final, a diretoria do Galo anunciou o desligamento do técnico Eduardo Barroca. O comandante não resistiu à sequência de oscilações e à performance desastrosa no Estádio do Café. Junto com ele, também arrumam as malas e deixam o clube o auxiliar técnico Felipe Lucena e o preparador físico Fabrício Pimenta. A decisão reflete a urgência da diretoria em estancar a sangria e buscar um fato novo para chacoalhar o vestiário. Agora, o CRB se vê em uma situação delicada e pressionada na tabela de classificação. Estacionado na 14ª posição, com apenas 19 pontos somados em 16 jogos, o time flerta perigosamente com a parte de baixo e corre o risco de perder mais uma posição já nesta segunda-feira, caso o Botafogo vença o Avaí. A prioridade máxima do departamento de futebol passa a ser a busca por uma nova liderança capaz de blindar o grupo, corrigir as falhas defensivas crônicas e iniciar uma reação imediata na temporada.
- Ancelotti vai escalar Neymar? Mistério em Nova Jersey incendeia bastidores antes de Brasil e Noruega
Último treino geral antes das oitavas de final revela clima leve no elenco, cobrança tática do treinador italiano e a estratégia montada por Carlo Ancelotti para alcançar as quartas de final da Copa do Mundo 2026. Por Fernando Antônio | Sport News Radio Fotógrafo: Rafael Ribeiro/CBF Brasil encerra preparação para enfrentar a Noruega com mistério sobre Neymar e foco tático. O clima é de contagem regressiva para o jogo das oitavas de final contra a Noruega. E, antes do técnico Carlo Ancelotti e o meia Bruno Guimarães sentarem para conversar com a imprensa, os portões do centro de treinamento em Nova Jersey se abriram para a parte inicial do trabalho de campo da Seleção Brasileira. As lentes fotográficas captaram o ambiente leve e a concentração dos atletas no último treino geral antes da grande decisão de amanhã no MetLife Stadium. Um momento simbólico e de destaque no gramado de Nova Jersey, que foi captado diretamente nas fotos, foi uma longa conversa em círculo comandada pelo técnico Carlo Ancelotti com todos os jogadores. O treinador italiano aproveitou o momento para passar as últimas instruções táticas, motivar o grupo e reforçar a importância de cada um no esquema tático para enfrentar a perigosa geração norueguesa de Haaland. A presença de Neymar, grande foco das expectativas da torcida, foi um dos destaques do dia. As imagens mostram o camisa 10 participando ativamente dos trabalhos e, principalmente, transmitindo uma atmosfera positiva e descontraída para o elenco. É possível notar o clima leve entre os atletas, que chegaram a treinar em um carrinho de golfe. Neymar, no banco da frente ao lado do motorista, aparece sorridente e acenando para os fotógrafos, refletindo a confiança e o ambiente harmonioso do grupo na véspera da partida eliminatória. Enquanto o treino transcorria, as conversas de bastidores fervilhavam com as declarações que Ancelotti e Bruno Guimarães dariam horas depois. E a coletiva não decepcionou, com o clamor nacional pela utilização de Neymar ganhando ainda mais força. O técnico Carlo Ancelotti, ao ser questionado sobre o craque, manteve sua postura serena, mas não economizou elogios ao maior artilheiro da história da Seleção Brasileira. "Todos nós conhecemos a magnitude do Neymar. Ele é um jogador único, o maior artilheiro da história desta camisa. Ter um craque desse quilate à disposição, respaldado pelo clamor de todo um país, é um privilégio imenso. Ele está pronto e sabe perfeitamente como decidir jogos deste tamanho", afirmou Ancelotti, alimentando o mistério sobre a escalação, mas deixando claro que o camisa 10 é a grande esperança do Brasil. O meio-campista Bruno Guimarães, em grande fase na competição, endossou o coro pelo camisa 10, ressaltando o peso de ter o principal astro em campo em momentos decisivos. "Jogar ao lado do Ney nos dá uma confiança absurda dentro de campo. Ele atrai a marcação, limpa as jogadas e o pedido da torcida por ele é totalmente justo. É o nosso grande craque e faz a diferença em qualquer minuto para nos ajudar", declarou o meia, que projetou um Brasil agressivo e buscando ditar o ritmo da partida para anular a força física da Noruega. Quebrando o tabu contra a "Geração Haaland" O desafio de amanhã é histórico. O Brasil jamais venceu a Noruega no futebol masculino profissional, com duas vitórias norueguesas e dois empates em quatro confrontos. E para piorar, o rival conta com a sua melhor geração de todos os tempos, liderada pelo artilheiro letal Erling Haaland, o que transforma o duelo em um verdadeiro teste de fogo para a Seleção de Ancelotti. O retrospecto negativo e a qualidade do adversário são vistos como combustíveis extras para o elenco brasileiro, que está determinado a quebrar o tabu, despachar a "Geração de Ouro" norueguesa e carimbar a vaga nas quartas de final. Com a força do grupo e a expectativa pela genialidade de Neymar, o Brasil vai a campo focado em reafirmar a soberania do futebol pentacampeão do mundo. INFORMAÇÃO Confronto: Brasil x Noruega Fase: Oitavas de Final (Mata) Histórico: 4 jogos (2 vitórias da Noruega, 2 empates) Data e Horário: Domingo, 5 de julho de 2026, às 17h (Horário de Brasília) Local: MetLife Stadium, Nova Jersey (EUA)
- CSA conclui ajustes, reforça confiança e inicia confronto em Belo Horizonte pela vantagem na Série D
Azulão encerra preparação no CT do América Mineiro e entra em concentração para enfrentar o Betim neste sábado, às 17h, na Arena Independência, pelo jogo de ida. Por Fernando Antônio | Sport News Radio - O site do ESPORTE Foto: Augusto Oliveira/CSA O CSA finalizou com sucesso a sua preparação para o confronto de ida diante do Betim e chega pronto para mais um desafio decisivo na temporada. Após intensificar os trabalhos técnicos no CT Gustavo Paiva, em Maceió, a delegação alagoana embarcou na última quinta-feira com destino a Belo Horizonte, fazendo uma rápida escala no Rio de Janeiro antes de desembarcar na capital mineira. Já em Minas Gerais, o elenco azulino realizou, na tarde desta sexta-feira, a sua última atividade em campo antes da partida oficial. O treinamento decisivo aconteceu no CT do América Mineiro, local onde a comissão técnica comandou os ajustes finais de posicionamento e definiu os detalhes estratégicos da equipe que iniciará o duelo eliminatório. A movimentação em solo mineiro foi inteiramente marcada por intensos trabalhos táticos, ensaios exaustivos de bola parada e orientações específicas para o confronto contra os donos da casa. O foco absoluto de todo o grupo de jogadores é executar o plano de jogo com total eficiência tática e conquistar um resultado que ofereça uma boa vantagem para a sequência da disputa na volta. O grande duelo entre Betim e CSA será disputado neste sábado (4), às 17h, na tradicional Arena Independência, em Belo Horizonte. O duelo de 180 minutos abre o confronto eliminatório e promete extremo equilíbrio entre duas equipes que chegam embaladas e com ótimos retrospectos recentes para a decisão. Com a preparação tática oficialmente encerrada e o elenco completamente focado em regime de concentração, o Azulão aposta forte na consistência coletiva e na liderança e experiência do grupo para buscar um resultado positivo longe de Alagoas. A grande missão é voltar de Minas Gerais com um desempenho coletivo convincente e uma vantagem importante na bagagem para o jogo de volta.
- CRB vira a chave, intensifica preparação e mira nova vitória na Série B
Após vencer o Botafogo-SP em São Paulo, Galo seguiu direto para Londrina, treinou no CT SM Sports e concluiu os ajustes para a 16ª rodada da Série B. Por Fernando Antônio | O site do ESPORTE Foto: Lucca Morais/CRB Embalado pela vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo-SP, o CRB não perdeu tempo e iniciou a preparação para mais um compromisso importante pelo Campeonato Brasileiro da Série B. A delegação alagoana deixou São Paulo com destino direto a Londrina, onde concentra todos os seus esforços para manter o bom momento e embalar de vez na competição nacional. A primeira atividade em solo paranaense aconteceu na manhã de quinta-feira, nas instalações do CT SM Sports. Sob o comando atento do técnico Eduardo Barroca, comissão técnica e do trio: PC Gusmão, Gum e Marcos Lima Verde, o elenco realizou trabalhos integralmente voltados à recuperação física dos atletas e aos primeiros ajustes táticos visando o duelo decisivo da 16ª rodada. Na tarde desta sexta-feira, o Galo voltou ao gramado para a última sessão de treinamento antes da partida. A atividade foi totalmente dedicada aos detalhes finais da estratégia de jogo, com foco especial no posicionamento defensivo e ofensivo da equipe, além do aperfeiçoamento das jogadas de bola parada, que podem ser o diferencial do confronto. O esperado confronto entre Londrina e CRB será disputado neste sábado (4), às 16h, no Estádio Vitorino Gonçalves Dias, em Londrina, no Paraná. O duelo se desenha como mais um desafio de fogo para o clube alagoano na busca incansável por uma sequência positiva na tabela da Série B. Com a preparação oficialmente encerrada, o CRB chega com os níveis de confiança elevados para buscar pontos valiosos longe de seus domínios. A equipe comandada pela comissão técnica aposta alto na consistência defensiva e na eficiência apresentadas na última rodada para manter a evolução contínua na competição e seguir firme na luta pelos grandes objetivos traçados para a temporada.












