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- Hexacampeão mundial de Beach Tennis volta à Praia do Francês
Italiano Michele Cappelletti busca o tricampeonato no Macena Open Prime 2025, ao lado da lenda espanhola Antomi Ramos Crédito: Fotop Marechal Deodoro (AL) – A Praia do Francês volta a ser o epicentro mundial do Beach Tennis. Entre os dias 6 e 12 de outubro, o Macena Open Prime 2025 reunirá as maiores estrelas do esporte. O destaque é o retorno do italiano Michele Cappelletti, hexacampeão mundial e dono de 90 títulos, que busca o tricampeonato na paradisíaca praia alagoana. O torneio, categoria BT 400, distribui 470 pontos no ranking mundial e premiação total de US$ 35 mil, consolidando-se como um dos eventos mais importantes do circuito. Cappelletti, bicampeão na Praia do Francês (Macena Open 2023 e Pure Beach 2024), agora terá ao seu lado Antomi Ramos, espanhol bicampeão mundial com mais de 80 troféus na carreira. A dupla já coleciona dois títulos mundiais juntos e neste ano venceu o Sand Series das Ilhas Reunião, reforçando o status de parceria temida no circuito. “O Macena Open é sempre um torneio especial. A Praia do Francês é um lugar maravilhoso, tenho lembranças incríveis aqui. O circuito cresce a cada ano, é um prazer voltar ao Brasil para os últimos eventos da temporada”, afirmou Cappelletti, em tom de expectativa. O Macena Open Prime é a fusão dos torneios Pure Beach (desde 2022) e Macena Open (desde 2021), elevando o nível da competição em Alagoas. Além dos profissionais, o evento contará com disputas amadoras nas categorias A, B, C e D – em duplas masculinas, femininas, mistas e por faixa etária – reforçando a vocação do campeonato para fomentar o esporte em todas as frentes. Os ingressos para a quadra central estão à venda no Sympla. Com Hotel Ponta Verde como hospedagem oficial dos atletas e a bola Heroes como parceira do evento, o Macena Open Prime é organizado pela Paxá Sports com chancela da Federação Internacional de Tênis (ITF), da Confederação Brasileira de Tênis (CBT) e da Federação Alagoana de Tênis (FAT). A competição promete movimentar novamente o turismo, a economia e a paixão pelo Beach Tennis no Nordeste.
- Dz vai do tatame para o mundo: jovem da Massagueira brilha no Jiu-Jitsu e sonha com títulos internacionais
Gabriel “Dz” Dias, de apenas 19 anos, é faixa-azul com quatro graus e destaque do Projeto Social Guerreiros de Hebrom em Marechal Deodoro. Neste domingo, ele disputa mais uma etapa da Liga Alagoana de Jiu-Jitsu em busca de ouro e visibilidade nacional. Créditos: Fernando Antônio/SNR O Jiu-Jitsu de Alagoas vive um momento de renovação e força. Um dos nomes que simbolizam essa nova geração é Gabriel Dias, o “Dz”. Natural da Massagueira, em Marechal Deodoro, o jovem de 19 anos é atleta do Projeto Social Guerreiros de Hebrom, coordenado pelo professor faixa-preta Robson Xavier. Mesmo sendo faixa-azul com quatro graus, já coleciona um arsenal de medalhas — prova de que disciplina e talento estão levando o nome da comunidade cada vez mais longe. Neste domingo, Dz entra no tatame pela segunda etapa do Campeonato da Liga Alagoana de Jiu-Jitsu com um objetivo claro: subir novamente ao topo do pódio e reforçar seu status como um dos principais talentos do estado. Determinado e focado, o atleta quer transformar conquistas locais em passaporte para os campeonatos nacionais e internacionais, mostrando que Marechal Deodoro tem potencial para exportar campeões. Mais do que resultados, Gabriel carrega uma missão: “Quero mostrar que o esporte pode mudar vidas e ser uma ferramenta de transformação social”. Sua trajetória inspira jovens da região a enxergarem no esporte uma oportunidade real de crescimento. Por isso, fica o convite para a torcida: vamos apoiar esse talento da Massagueira, compartilhando sua história para que mais pessoas conheçam o futuro campeão do Jiu-Jitsu alagoano.
- Macena Open Prime 2025 promete agitar a Praia do Francês com beach tennis e impacto milionário no turismo
Torneio internacional reúne estrelas do beach tennis entre 6 e 12 de outubro em Marechal Deodoro, movimentando hotéis, restaurantes e comércio local. Créditos: Fabrizio Gallas A Praia do Francês vai se transformar em palco mundial do beach tennis entre os dias 6 e 12 de outubro com a realização do Macena Open Prime 2025. O torneio, que une o histórico Pure Beach e o Macena Open, oferecerá US$ 35 mil em premiação na chave principal do BT 400 de duplas masculinas e femininas, além de competições amadoras em diversas categorias. Mais do que espetáculo esportivo, o evento deve receber cerca de 5 mil pessoas por dia, gerando impacto econômico estimado em mais de R$ 30 milhões para Marechal Deodoro e toda Alagoas. Hotéis lotados, restaurantes cheios e comércio fortalecido confirmam: o Macena Open Prime virou vitrine turística e esportiva da paradisíaca Praia do Francês.
- Liga Alagoana de Jiu-Jitsu reafirma protagonismo e revoluciona cenário em 2025
Com premiações históricas e calendário robusto, entidade consolida Alagoas como polo da arte suave no Nordeste Fotos: Tadeu Patriota Em 2025, a Liga Alagoana de Jiu-Jitsu mostrou mais uma vez porque é referência absoluta no estado. A entidade colocou no tatame um calendário recheado de etapas bem estruturadas, premiações nunca vistas no cenário local e uma produção midiática que elevou o padrão do esporte em Alagoas. Estrutura e organização de alto nível Das categorias infantis ao master, dos iniciantes às faixas-pretas, todos os competidores encontraram campeonatos com pesagem organizada, pódios personalizados e troféus até o 5º lugar. O público também teve vez: ingressos acessíveis e arenas preparadas deram um ar profissional às disputas. Fora do tatame, a presença da mídia especializada, com reels, cortes dinâmicos e cobertura em tempo real, ampliou a visibilidade e colocou os atletas alagoanos em evidência nacional. Premiações que movimentaram a modalidade A temporada marcou um recorde: mais de R$ 30 mil distribuídos em prêmios. Campeões de categorias adulto e master embolsaram bônus de até R$ 300. Nos absolutos, valores chegaram a R$ 1.000, contemplando homens e mulheres de várias graduações. Até mesmo o No Gi foi valorizado, com premiações proporcionais ao número de inscritos — um modelo inovador que fortaleceu essa vertente. Para fechar, rankings geral e por equipes ofereceram passagens aéreas, inscrições para competições nacionais e até R$ 3 mil para academias. Novos horizontes para o esporte Além das etapas do circuito estadual, a Liga trouxe novidades de peso. O BCJ Tour, confirmado para outubro, promete ser uma vitrine de alto nível. Já o Desafio dos Marechais, agendado para janeiro de 2026, deve se firmar como um dos principais eventos do calendário nordestino. Assim, atletas locais não precisam mais sair de Alagoas para competir em torneios de ponta. Voz da liderança Para Sibele Lima, presidente da Liga, o ano foi de afirmação: Não entregamos apenas campeonatos. Nosso compromisso é dar oportunidades reais para que os atletas sonhem mais alto. Em 2025, ampliamos as premiações, fortalecemos a estrutura e abrimos caminhos para que o jiu-jitsu alagoano tenha presença nos grandes palcos nacionais e internacionais. Fotos: Tadeu Patriota Próximo desafio já tem data Neste fim de semana, no Colégio Marista, em Maceió, acontece a II Etapa do Circuito 2025. A promessa é de disputas quentes, com premiações de até R$ 1.000 nos absolutos e bônus em categorias adulto e master. Além do pódio, os competidores somarão pontos preciosos no ranking estadual, que ao fim da temporada distribuirá prêmios em dinheiro, passagens aéreas e vagas em competições de nível nacional.
- Brasil brilha no Maracanã: Estêvão marca golaço de bicicleta e Seleção vence o Chile por 3 a 0
Com direito a estreia de sonho de Estêvão e alterações certeiras de Carlo Ancelotti, Brasil constrói vitória marcante rumo ao hexa Crédito: Staff Image/CBF O Maracanã foi palco de poesia em forma de futebol. Aos 27 minutos do primeiro tempo, o garoto Estêvão escreveu seu nome na história da Seleção Brasileira com um gol de bicicleta espetacular — seu primeiro com a camisa amarelinha. A jogada incendiou a torcida e deu ao Brasil um ímpeto ofensivo que deixou o Chile atordoado. Era a estreia de gala que todo craque sonha, e Estêvão não titubeou. Na volta do intervalo, o Brasil caiu de rendimento e viu o Chile tentar equilibrar a partida. Foi aí que a estrela do técnico Carlo Ancelotti brilhou. O multicampeão não hesitou e promoveu mudanças que transformaram o jogo. Luiz Henrique, elétrico, trouxe dribles e velocidade, enquanto Lucas Paquetá mostrou liderança no meio. A combinação foi fatal: Luiz Henrique fez uma jogadaça, deixou meio time chileno para trás e cruzou para Paquetá testar firme para o segundo gol. E ainda teve mais: em outra arrancada, Luiz Henrique finalizou, a bola sobrou após um corta-luz inteligente de Paquetá, e Bruno Guimarães fechou o placar em 3 a 0. O triunfo é mais do que uma vitória — é um recado: a Seleção Brasileira tem brilho jovem, comando experiente e talento de sobra. Que o torcedor acredite, apoie e vibre, porque a caminhada rumo ao tão sonhado hexa já começou.
- A pergunta que virou presságio: CSA ignora reformulação e paga o preço com rebaixamento à Série D
Em coletiva no dia 16 de julho, o repórter Fernando Antônio questionou ao executivo de futebol Jadson Oliveira sobre a necessidade de mudanças no elenco. Um mês e meio depois, o CSA acumulou eliminações e caiu para a Série D. Foto: Allan Max/CSA No futebol, algumas perguntas não são apenas questionamentos. São alertas, gritos abafados pelo microfone, recados de arquibancada cravados em pauta. No dia 16 de julho, em uma coletiva aparentemente rotineira, o jornalista esportivo Fernando Antônio lançou para a voz de Oscar de Melo, uma pergunta para Jadson Oliveira, executivo de futebol do CSA. A questão era direta, sem curvas e alertava para a necessidade de se fazer, não seria hora de uma reformulação profunda no elenco? Jadson, convicto, rechaçou a ideia. Com o olhar firme, apostava na manutenção, no fortalecimento, na confiança no que já estava posto. Para ele, mexer demais poderia ser exagero, quase uma afronta àquilo que acreditava ser a identidade do time. O CSA seguiria com o que tinha, pois até aquele momento estava vivo em 3 competições. Mas o futebol, esse juiz implacável que não se compra com discursos, tratou de responder à altura. Passaram-se semanas. No calendário, um mês e meio. Nos campos, o peso das derrotas. O CSA foi rebaixado para a Série D, amargou a eliminação na semifinal da Copa do Nordeste e ainda caiu na Copa do Brasil. A cada resultado negativo, a pergunta feita naquela coletiva ecoava ainda mais alta, como se tivesse sido escrita na parede dos vestiários: “não era hora de mudar?” O drama azulino não foi apenas esportivo; foi existencial. O clube que já sonhou alto, que já rivalizou entre os grandes do Brasil e do Nordeste, agora se vê diante de um abismo: jogar a quarta divisão nacional. E tudo isso depois de uma escolha clara — a de não mexer, de acreditar que o mesmo elenco seria suficiente para enfrentar a tempestade. Talvez essa seja a beleza cruel do futebol. Ele dá palco para as perguntas incômodas e, mais cedo ou mais tarde, coloca a resposta em campo. Desta vez, o CSA descobriu do jeito mais doloroso: ignorar os sinais pode custar caro. Muito caro.
- Lucas Fernandes marca quinto gol no Campeonato Japonês e soma 15 assistências pelo Cerezo Osaka
Meia brasileiro mantém regularidade impressionante e se consolida como um dos destaques do Campeonato Japonês. Créditos: Fernando Antônio O futebol brasileiro voltou a dar espetáculo na terra do sol nascente. Lucas Fernandes, meia do Cerezo Osaka, marcou neste fim de semana seu 5º gol na atual temporada do Campeonato Japonês, ampliando um currículo já recheado de grandes atuações. Mais do que goleador, o camisa 77 do Cerezo é um construtor de jogadas: já são 15 assistências no torneio, números que o colocam entre os principais nomes da competição. Com visão de jogo privilegiada, passes milimétricos e chegada certeira ao ataque, Lucas se transformou no cérebro do time. No Japão, onde disciplina tática e precisão são marcas registradas, o brasileiro mostra que talento também é questão de constância e eficiência. Aos 31 anos, vive talvez sua fase mais madura no futebol, combinando repertório técnico com intensidade e leitura de jogo. No Cerezo Osaka, já não é apenas mais um estrangeiro bem adaptado: é peça fundamental para as ambições do clube na J-League. E com números assim, a pergunta que fica é: até onde Lucas Fernandes pode levar essa temporada mágica?
- Fernando, centroavante de 14 anos, chega ao Ituano para avaliação e sonha com futuro no futebol profissional
Jovem atacante de Marechal Deodoro, conhecido pelo faro de gol e presença de área, terá a oportunidade de mostrar seu talento no clube paulista Créditos: Fernando Antônio O cenário é simples, mas o momento é gigante. Aos 14 anos, Fernando, centroavante promissor e dono de uma presença de área que impõe respeito, chegou ao Ituano Futebol Clube para um período de avaliação. A oportunidade, que muitos garotos sonham, agora é realidade para o atacante, que carrega na bagagem não só a habilidade técnica, mas também a determinação de quem quer transformar talento em carreira. Natural de Marechal Deodoro, Fernando chamou atenção pela capacidade de finalizar com precisão, pelo bom posicionamento dentro da área e pelo estilo aguerrido no “x1” contra defensores. Forte fisicamente e com leitura de jogo madura para a idade, ele tem como marcas registradas a famosa “parede” para segurar a bola e a presença letal em cruzamentos e bolas paradas. O Ituano, clube tradicional do interior paulista, já revelou jogadores que brilharam no cenário nacional e internacional. Agora, a comissão técnica do sub-15 acompanhará de perto o desempenho de Fernando para avaliar se ele se encaixa no elenco e, quem sabe, já possa disputar competições oficiais na próxima temporada. Para o jovem centroavante, vestir a camisa rubro-negra nem que seja para testes já é motivo de orgulho. “É um passo importante. Estou confiante e vou dar o meu melhor para agarrar essa chance”, afirmou, antes de iniciar os treinamentos no CT do clube. Seja agora ou nos próximos campeonatos, o garoto sabe que cada treino é uma vitrine. E, no futebol, oportunidades como essa não batem à porta duas vezes.
- De quase esquecido a promessa no gol, Alisson Gabriel conquista aprovação no Clube Vital SAF de Ibiúna/SP
Após não receber retorno do 3º Milênio, jovem goleiro deu a volta por cima, foi aprovado em avaliação e agora sonha alto vestindo as cores do Clube Vital SAF Créditos: Fernando Antônio Reportagem Especial – Por Fernando Antônio | Sport News Radio Nem todo goleiro que defende um chute no ângulo está apenas salvando um gol. Alguns estão, na verdade, defendendo a própria história. É o caso de Alisson Gabriel, que transformou frustração em combustível para escrever um novo capítulo na carreira. O jovem arqueiro participou de uma avaliação no 3º Milênio com grandes expectativas. Saiu de lá sem a resposta que sonhava. Para muitos, seria o fim da linha. Para ele, foi o início da reação. “Não ter retorno foi doloroso, mas me fez querer provar meu valor”, contou, com a serenidade de quem já aprendeu que o futebol testa primeiro a paciência e só depois o talento. Dias depois, veio a oportunidade no Clube Vital Academia de Futebol SAF, em Ibiúna/SP. Novamente, luvas nas mãos e coração acelerado. Desta vez, o resultado foi diferente: aprovação confirmada. A fênix, símbolo de renascimento, ganhou carne, osso e uniforme de goleiro. Do silêncio à consagração O que mais impressionou a comissão técnica não foi apenas o reflexo rápido ou a saída precisa do gol, mas a postura. Alisson Gabriel transmite segurança, orienta a defesa, joga com os pés quando necessário e encara cada treino como se fosse final de campeonato. “Ele chegou com vontade, humildade e fome de vitória. É um atleta que se encaixa no nosso projeto de formar e revelar talentos”, avaliou um dos membros da coordenação do Vital SAF. O futuro no horizonte Agora, Alisson Gabriel treina firme para conquistar seu espaço na equipe e, quem sabe, despertar o interesse de clubes maiores. Com apenas o início dessa nova fase, já se tornou exemplo de resiliência para outros jovens que enfrentam portas fechadas no futebol. A mensagem que ele deixa é simples, mas poderosa: “O não que recebi foi o empurrão que eu precisava. Hoje, estou pronto para voar mais alto.” E assim, como uma fênix que renasce das cinzas, Alisson Gabriel prova que no futebol — e na vida — o fim de uma história pode ser apenas o começo de outra.
- Guilherme Vinícius desperta interesse do Ituano e pode se apresentar ao clube em setembro
Jovem meia destro se destacou em avaliação no Complexo Desportivo Comunitário e entra no radar do clube paulista, segundo jornalista esportivo Fernando Antônio Créditos: Fernando Antônio A bola rolava em mais uma avaliação da academia MB Soccer quando, meteoricamente, Guilherme Vinícius começou a comandar o meio-campo com a naturalidade de quem nasceu pra isso. Dono de uma perna direita inteligente, o jovem armador mostrou categoria, passes precisos e uma leitura de jogo rara para sua idade. O que era pra ser só mais um dia de observação virou oportunidade real: o olheiro do Ituano, que esteve presente na atividade realizada no Complexo Desportivo Comunitário, saiu impressionado com o desempenho do atleta. Segundo apuração da Sport News Radio , Guilherme foi convidado a se apresentar ao clube paulista já em setembro, abrindo caminho para um possível início nas categorias de base do Galo de Itu. Guilherme é daqueles meias que enxergam o jogo dois passos antes. Distribui bem, quebra linhas com passes verticais e tem bom controle de bola mesmo sob pressão. Além disso, se movimenta bem entre as linhas e se destaca pela tomada de decisão — o tipo de perfil técnico que cada vez mais escasseia nas bases do futebol brasileiro. A oportunidade de vestir a camisa do Ituano, clube que nos últimos anos tem investido forte na formação de jovens atletas, pode ser o início de um novo capítulo na trajetória do garoto. Resta agora aguardar o desfecho das conversas e, claro, manter o foco — porque talento, Guilherme já mostrou que tem de sobra. Siga acompanhando no portal Sport News Radio todas as novidades sobre as promessas do futebol alagoano.
- Fernando impressiona observador do Ituano e pode pintar no Sub-15 do clube paulista
Centroavante raiz, com faro de gol e leitura de área, jovem de Marechal Deodoro foi avaliado por observador do Ituano e já mira o Paulistão da base. Créditos: Fernando Antônio Na beira do campo, olhos atentos e prancheta na mão. O olheiro do Ituano, Wedson - mais conhecido como Chico - acompanhava cada movimento no Complexo Desportivo Comunitário Primeiro de Maio. E bastaram poucos minutos de bola rolando para um nome ser rabiscado com destaque: Fernando, centroavante de apenas 14 anos e 1 metro e 79 de altura, joia da academia MB Soccer, com sede em São Paulo. Fernando não precisou de muitos toques para mostrar quem é. Atacante de área nato, daqueles que respiram gol, ele faz o simples com eficiência e o difícil com coragem. Com um jogo físico apurado para a idade, segura bem os zagueiros na parede, gira com força e inteligência, ataca os espaços com tempo de bola refinado. Na área, se posiciona como um veterano. Fora dela, encara o um contra um sem medo, vai pra dentro com ousadia e confiança. Na avaliação do Ituano, clube tradicional do futebol brasileiro com ênfase também na revelação de talentos, o garoto mostrou personalidade de gente grande. O interesse foi imediato: Fernando será avaliado no elenco Sub-15 dia 11 de agosto. Como o Campeonato Paulista da categoria já está na reta final, o clube ainda estuda se o encaixe será agora — em um sprint final — ou se ele será preparado com calma para a próxima temporada. Créditos: Fernando Antônio Mais que força e presença física, Fernando de 1 metro e 79 de altura, chama atenção pela leitura de jogo e pela inteligência no ataque. “A parede dele é muito boa, difícil de tirar”, comenta um dos treinadores da MB Soccer, Toninho. “Mas não é só força. Ele sabe o tempo de cada jogada. Se coloca bem, antecipa, cabeceia com qualidade. É aquele tipo de atacante que finaliza a jogada, mas também cria”, completa. A oportunidade de ser observado por um clube de Série B do Brasileirão e com base estruturada como o Ituano é mais um passo para o garoto que sonha alto, mas pisa firme. A MB Soccer, responsável pela formação técnica e disciplinar do atleta, celebra o momento e já prepara a logística para que ele siga em avaliação dia 11 de agosto.
- CRB e CSA: quem tem mais chances reais de classificação na Copa do Brasil?
Enquanto a Série B afunila e a Série C pega fogo, os rivais alagoanos seguem tentando se encontrar também na Copa do Brasil. Mas quem realmente tem bola, elenco e nervos pra seguir vivo na competição mais traiçoeira do país? Confira a análise completa do jornalista Fernando Antônio. A pergunta que agita os bares de Maceió, os grupos de WhatsApp e os bastidores da imprensa: qual dos dois gigantes alagoanos vai mais longe na Copa do Brasil — CRB ou CSA? Vamos aos fatos — e às entrelinhas. CRB: O Galo chega a esta fase da Copa do Brasil com moral. Tem um time bem organizado taticamente, uma defesa sólida e um ataque que, mesmo irregular, tem nomes decisivos como Thiaguinho. O empate fora de casa no jogo de ida deu confiança no vestiário. A experiência do elenco em jogos grandes e o estilo mais reativo ajudam nas partidas de mata-mata. A pressão existe, mas o CRB já mostrou que sabe suportar. Ponto de atenção: o time vai ter dificuldade de propor o jogo, mas quando precisar buscar o resultado pode se lançar a frente. Se for pressionado cedo, pode sofrer, mas reagir. CSA: O Azulão, por outro lado, encara a Copa do Brasil como uma espécie de redenção no ano. A boa atuação no Rei Pelé no jogo de ida reacendeu o torcedor. O time tem a raça como sua principal virtude, mas falta consistência. A classificação depende de um jogo perfeito fora de casa — e isso, convenhamos, tem sido raro. Mas o CSA já mostrou que quando se fecha, consegue arrancar resultado. Ponto crítico: emocional. A equipe se abala fácil e tem um histórico recente de decisões mal administradas. Vai precisar ser fria como nunca. Análise provocativa: Se a decisão fosse só pelo futebol recente, o CRB leva vantagem. Mais regular, mais inteiro, mais pronto. Mas a Copa do Brasil é traiçoeira, adora uma zebra e não perdoa cochilo. O CSA vem como franco-atirador. E, às vezes, é nessa condição que o improvável acontece. O Galo joga com a vantagem de jogar no Estádio Rei Pelé. O Azulão joga com a urgência. O primeiro tem o controle. O segundo, a faca nos dentes. Na Copa do Brasil, isso pode virar tudo — ou nada.












