De Maceió para o mundo: Guilherme Catunda explode no ranking e entra na elite sub-16 do Beach Tennis
- Fernando Antônio

- há 1 dia
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Alagoano de 16 anos brilha em “Grand Slam” da modalidade, salta 183 posições no ranking da ITF e coloca Alagoas no mapa global do Beach Tennis
Por Fernando Antônio para Sport News Radio - O site do ESPORTE

O esporte alagoano acaba de ganhar mais um nome para bater no peito com orgulho. O jovem Guilherme Catunda, promessa do Beach Tennis nacional, viveu um fim de semana daqueles que mudam carreira — e história.
Aos 16 anos, o atleta nascido em Maceió protagonizou sua melhor campanha profissional ao alcançar as oitavas de final no Sand Series das Ilhas Reunião, torneio de peso máximo dentro do circuito da International Tennis Federation (ITF).
Resultado? Um salto gigante: 183 posições no ranking mundial, aterrissando no 237º lugar e entrando de vez no radar global.
Campanha de respeito contra gigantes
Catunda, ao lado de Adryan Silva, começou sua trajetória pelo caminho mais duro: o qualificatório. Passou por dois jogos eliminatórios e não parou por aí.
Na chave principal, mostrou maturidade de veterano:
* Vitória sólida sobre a dupla europeia formada por Alexander Rozin e Luca Brasini
* Derrota apenas nas oitavas para os líderes do ranking mundial: Mattia Spoto e Nicolas Gianotti
Perder para os melhores do mundo? Normal. O que não é normal é chegar lá tão cedo.
Ranking mundial: salto que muda o jogo
Os 75 pontos conquistados tiveram peso de ouro. Catunda agora:
* É o 237º do mundo
* Se torna o 3º melhor atleta de 16 anos do planeta
* Fica atrás apenas de:
* Edgar Filho (Brasil)
* Alejandro Calvo (Espanha)
Não é exagero: é um dos maiores saltos recentes de um jovem brasileiro no circuito.
Voz de quem sabe onde quer chegar
Sem esconder a emoção, Catunda resumiu o momento com a frieza de quem pensa grande:
“Foi uma semana muito especial. Passar o quali, vencer na chave principal e enfrentar os número 1 do mundo é algo que me motiva ainda mais.”
E deixou claro que carrega mais do que uma raquete:
“Saí de Maceió, mas levo comigo a bandeira de Alagoas. Tenho orgulho de representar meu estado.”
O que vem pela frente?
O Beach Tennis vive uma explosão global — e o Brasil já é potência. Agora, com nomes como Guilherme Catunda surgindo, o futuro deixa de ser promessa e vira realidade. O recado está dado: Alagoas não é só celeiro de talento. É fábrica de protagonista. E no ritmo que vai, Catunda não quer só participar da elite. Quer comandar.




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