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Futebol alagoano entre a tradição e o calendário apertado: quem consegue sobreviver?
Pouco dinheiro, calendário curto e cobrança alta colocam o futebol alagoano à prova. Entenda quem consegue sobreviver entre tradição, gestão

Fernando Antônio
há 4 dias2 min de leitura


Favorito escondido? ASA cresce no silêncio e vira incômodo real no futebol alagoano
Enquanto a conversa do futebol alagoano insiste em girar em torno da capital, o ASA de Arapiraca prefere trabalhar . Sem holofote, sem frase de efeito, sem marketing exagerado. Bola no chão, estratégia clara e resultado no bolso. Quando ninguém grita, o ASA avança — e avança sério. Por: Fernando Antônio | Sport News Radio - O site do ESPORTE Crédito: Apollo Fotografias Não é um time que encanta o olhar mais exigente. Mas convence quem entende o jogo. Em campeonatos curtos, o

Fernando Antônio
há 5 dias2 min de leitura


Coruripe cai no Alagoano 2026 e paga o preço por ignorar jogadores da cidade
O paradoxo chama atenção: estádio reformado, futebol mal planejado.

Fernando Antônio
31 de jan.1 min de leitura


Por que o futebol brasileiro paga caro por jogadores comuns?
O futebol brasileiro vive um paradoxo que salta aos olhos — e ao bolso dos clubes: nunca se pagou tanto por jogadores tão comuns. O mercado está inflacionado. E não é discurso de arquibancada. É bastidor, é conta fechada, é realidade de Série A à Série D. Por Fernando Antônio para Sport News Radio - O site do ESPORTE Crédito: Friedemann Vogel Hoje, o jogador “bom” — aquele correto, disciplinado, fisicamente inteiro — virou artigo de luxo. Não porque sobrou talento, mas porque

Fernando Antônio
30 de jan.2 min de leitura


A geração que prefere highlight ao jogo inteiro
Torcedor de 90 minutos virou consumidor de 30 segundos. Como as redes sociais transformaram os dois tempos em flash. Prós, contras e impactos no consumo do futebol moderno. O apito inicial mal soa e o dedo já desliza na tela. Antes mesmo da bola rolar, o torcedor moderno quer o gol, a falta dura, a defesa plástica. O resto? Pula. Corta. Avança. O futebol virou fast-food: rápido, saboroso, mas pouco nutritivo. As redes sociais mudaram o jeito de amar o jogo. Hoje, muita gente

Fernando Antônio
21 de jan.1 min de leitura


Uma geração à margem: o destino dos talentos que o futebol não conseguiu fazer vingar
Entre campos de barro e os que foram destruídos, peneiras e promessas que viram passado, seguimos exportando talentos, sem projetar os outros que ficam. O nosso craque hoje brilha longe, e a conta dessa fuga silenciosa é alta demais para o futebol local.

Fernando Antônio
19 de jan.2 min de leitura
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