CSA renasce sob comando de Ney Ferreira, aposta em técnico Itamar Schülle e novos reforços para 2026
- Fernando Antônio

- 17 de out.
- 2 min de leitura
Novo ciclo começa no CT Gustavo Paiva com reformulação administrativa e técnica. Azulão do Mutange busca reconstruir a identidade vencedora e reconquistar a torcida.

O CSA vive um novo capítulo de sua história. Com Ney Ferreira assumindo interinamente a presidência do clube, o Azulão do Mutange inicia um processo de reorganização profunda dentro e fora de campo. A prioridade é devolver ao torcedor a esperança de dias melhores e montar uma base sólida para a temporada 2026.
O técnico Itamar Schülle segue à frente do comando da equipe e já conta com quatro novas contratações visando a próxima temporada. O planejamento prevê um elenco mais equilibrado, com foco em juventude, intensidade e comprometimento tático. A diretoria trabalha de forma integrada para reforçar setores carentes e retomar o protagonismo azulino.
Entre as novidades, o meio-campo ganha o reforço de Fabrício Bigode, de 27 anos, que estava no ASA e se destacou pela qualidade técnica e visão de jogo. Na defesa, o clube aposta em Matheus Mega, zagueiro de 26 anos com passagem pelo Boavista-RJ, e Félix Jorge, de 27, que defendeu o São Bento-SP na última temporada. Para dar mais equilíbrio ao setor de marcação, o volante Igor Guilherme, ex-Nova Iguaçu-RJ e com 28 anos, também chega como peça importante no novo esquema do técnico Itamar Schülle.
A reestruturação também passa pela transparência e pelo diálogo com o torcedor. A palavra de ordem no CSA é reconstrução — com trabalho, disciplina e amor à camisa. Ney Ferreira destacou que o clube seguirá honrando sua história e valores: “Estamos reerguendo o CSA com responsabilidade e paixão. É um novo começo.”




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