
CSA hoje: Azulão define time e vai para o Clássico das Multidões em busca de afirmação
- Fernando Antônio

- há 1 dia
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Time de Itamar Schulle fecha preparação, aposta na força do meio e tenta transformar pressão em combustível no Rei Pelé.
Por Fernando Antônio para Sport News Radio - O site do ESPORTE

Dia de CSA é dia de provar valor. O Azulão entra em campo hoje com a missão de se impor no Clássico das Multidões, com trabalho tático finalizado, elenco concentrado e a certeza de que clássico não aceita covardia. É jogo de nervo, de leitura e de personalidade.
Preparação e clima no Ninho Azul
A semana foi de ajustes, conversa no vestiário e correção de posicionamento. A comissão técnica trabalhou compactação defensiva e saída rápida pelos lados, tentando dar ao time equilíbrio para suportar a pressão inicial do CRB e explorar os espaços.
O ambiente é de cobrança, mas também de confiança. Clássico costuma igualar forças, e o CSA aposta nisso: intensidade, organização e alma.
Provável escalação do CSA
O desenho base é o 4-2-3-1, buscando controle de meio e velocidade na transição:
Goleiro: Wellerson
Defesa: Rian Santana, Marlon, Rayan, Kayke
Volantes: Kayllan, Igor Guilherme
Meias: Buba, Dudu Figueiredo, Matheus Souza
Ataque: Ciel
É um time que vive da inteligência de Dudu Figueiredo, da intensidade de Kayllan e da frieza de Ciel na área.
Quem pode decidir
Ciel é o homem do gol e da experiência. Em clássico, a bola costuma procurar quem sabe decidir, e ele sabe como poucos. Dudu Figueiredo é o cérebro, o camisa 10 que organiza, pede a bola quando o estádio ferve e enxerga o passe que desmonta defesas. Já Kayllan é o pulmão, a intensidade que muda o ritmo, pressiona, chega forte nos duelos e empurra o CSA para frente. Se esse trio estiver em noite inspirada, o Azulão ganha personalidade, equilíbrio e poder de fogo para transformar qualquer detalhe em vantagem no Clássico das Multidões
Ciel – experiente, cascudo, faro de gol em jogo grande.
Dudu Figueiredo – camisa 10, criativo, dono do último passe.
Kayllan – pulmão do meio, intensidade que muda o ritmo do jogo.
Se esse trio encaixar, o CSA cresce e incomoda qualquer um.
Fernando Antônio analisa
O CSA hoje é um time em reconstrução, mas clássico é território onde currículo pesa. Quando a bola queima, a camisa ajuda. Se o meio-campo conseguir competir de igual para igual e a defesa suportar a pressão inicial, o Azulão tem condições de equilibrar, jogar no erro do rival e transformar o clássico em jogo de xadrez, não de correria.
Serviço
Jogo: CSA x CRB
Competição: Campeonato Alagoano
Clássico: Clássico das Multidões
Local: Estádio Rei Pelé
Cobertura: Ao vivo, com análise e bastidores no Sport News Radio
Clássico não é só 90 minutos. É memória, provocação, identidade. E hoje o CSA entra em campo para escrever mais um capítulo dessa rivalidade que nunca envelhece.




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