
Fernando Antônio indica: Ciel, do CSA, é a âncora ofensiva que organiza o ataque pelo peso da experiência
- Fernando Antônio

- há 4 dias
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Presença de área, leitura de jogo e poder de decisão transformam Ciel em referência técnica e emocional do setor ofensivo azulino, funcionando como ponto de apoio, finalizador e organizador do último terço.
Por Fernando Antônio para Sport News Radio – O site do ESPORTE

Todo time precisa de profundidade, mas alguns precisam, antes de tudo, de sustentação. No CSA, essa sustentação passa pelo centro do ataque, onde Ciel atua não apenas como finalizador, mas como estrutura. O centroavante que fixa zagueiros, protege a bola, dá tempo ao time subir e transforma a posse em ameaça real.
Ciel não vive apenas do último toque. Vive da construção do gol. Usa o corpo para ganhar duelos, oferece apoio frontal, atrai marcação e abre espaço para quem vem de trás. Sua presença reorganiza o desenho ofensivo: o time passa a ter referência, a saber onde a jogada vai terminar, a entender como ocupar a área com mais racionalidade.
Há uma inteligência de posicionamento que só o tempo de bola ensina. Ciel se move poucos metros, mas nos metros certos. Ataca o primeiro pau quando a bola vem baixa, recua para o rebote quando a jogada se desenha aérea, prende o zagueiro quando o ponta infiltra. Não corre em vão. Ocupa.
Sem a bola, é o primeiro a orientar a pressão, a fechar o passe por dentro, a empurrar a linha defensiva adversária para trás pelo simples fato de existir ali, como ameaça permanente. Com ela, decide rápido. Um toque para girar, dois para finalizar. O jogo para ele não é de volume, é de precisão.
Num CSA que busca ser competitivo e organizado, Ciel representa mais do que gols: representa referência, comando e leitura do tempo do jogo. O ataque se estrutura ao redor dele. A área tem dono. E, quando a bola chega, chega sabendo que há alguém preparado para resolver.




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