
Fracasso na Copa do Mundo: Brasil foi eliminado antes da hora; erros de Ancelotti e pênalti perdido custaram vaga nas quartas
- Fernando Antônio

- há 6 minutos
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Com pane tática de Carlo Ancelotti no segundo tempo, Seleção Brasileira desperdiçou penalidade com Bruno Guimarães, viu Haaland marcar duas vezes e deu adeus ao Mundial nas oitavas de final após derrota por 2 a 1 para a Noruega.
Por Fernando Antônio | Sport News Radio - O site do ESPORTE
A caminhada do Brasil na Copa do Mundo terminou de forma melancólica e precoce. Em um confronto dramático pelas oitavas de final, a Seleção Brasileira foi eliminada pela Noruega por 2 a 1. Em tarde inspirada do astro Erling Haaland, autor dos dois gols escandinavos, o Brasil sofreu com a falta de pontaria, alterações inexplicáveis do técnico Carlo Ancelotti e o peso de um pênalti desperdiçado ainda na etapa inicial. Neymar descontou para o Brasil, mas não foi o suficiente para evitar o vexame: o Brasil já foi eliminado do torneio mundial.

O contraste da marca da cal
O Brasil começou a partida com volume de jogo e teve a chance de ouro para abrir o placar quando o jogo ainda estava em 0 a 0. Após falta na área, o árbitro assinalou pênalti para a Seleção. Na ausência de Neymar na cobrança naquele momento, Bruno Guimarães assumiu a responsabilidade.
Foi ali que o primeiro erro capital aconteceu. No momento da batida, Bruno Guimarães cometeu o pecado crucial de olhar fixamente para a bola, facilitando a leitura do goleiro norueguês, que fez a defesa. Mais tarde, no segundo tempo, o Brasil teve outra penalidade a seu favor. Dessa vez, Neymar foi para a bola e deu uma verdadeira aula de frieza: mantendo os olhos cravados no goleiro até o último milésimo de segundo antes do chute, o camisa 10 deslocou o arqueiro com extrema categoria e converteu o único gol brasileiro. O preciosismo e a diferença de postura na marca da cal custaram caro demais para uma equipe que acabou desclassificada.

As substituições desastrosas de Ancelotti
Se dentro de campo faltou eficiência, no banco de reservas sobrou preciosismo tático — do pior tipo. A eliminação brasileira foi creditada diretamente na conta do técnico Carlo Ancelotti. O treinador italiano não soube ler o jogo, montou mal a equipe e foi desastroso nas substituições.
A decisão mais incompreensível e criticada da partida foi a alteração no gol. Ancelotti promovu a entrada de Éderson no segundo tempo. A mudança, totalmente incomum para a posição, desestabilizou o sistema defensivo. Para piorar, a entrada do goleiro coincidiu exatamente com o primeiro gol da Noruega, anotado por Haaland, iniciando o colapso tático do Brasil em campo. As peças escolhidas pelo treinador ao longo da segunda etapa desfiguraram o meio-campo e deixaram a equipe exposta aos contra-ataques mortais dos europeus.






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